sexta-feira, 3 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Para Todas as Crianças do Mundo /For all the World`s Chidren / Pour tous les Enfants du Monde

Era uma vez, lá na Judeia, um rei.
Feio bicho, de resto:
Uma cara de burro sem cabresto
E duas grandes tranças.
A gente olhava, reparava e via
Que naquela figura não havia
Olhos de quem gosta de crianças.
E, na verdade, assim acontecia.
Porque um dia,
O malvado,
Só por ter o poder de quem é rei
Por não ter coração,
Sem mais nem menos,
Mandou matar quantos eram pequenos
Nas cidades e aldeias da nação. Mas, por acaso ou milagre, aconteceu
Que, num burrinho pela areia fora,
Fugiu
Daquelas mãos de sangue um pequenito
Que o vivo sol da vida acarinhou;
E bastou
Esse palmo de sonho
Para encher este mundo de alegria;
Para crescer, ser Deus;
E meter no inferno o tal das tranças,
Só porque ele não gostava de crianças.
Poema de ( Miguel Torga )
Once upon a time there in Judea, a king.
Ugly beast, indeed:
A guy without a donkey halter
And two big braids.
We watched, repaired and via
That that figure had not
Eyes of those who likes children.
And indeed, this was the case.
Because one day,
The evil,
Only by having the power who is king
Why not take heart,
No more, no less,
He killed as many as were small
In towns and villages in the nation.
But, by chance or miracle happened
That, by the sand off a donkey,
Fled
Those hands a little one blood
That the sun of life alive caressed;
And it was enough
This span of dream
To fill this world with joy;
To grow, to be God;
And get the hell of such braids,
Just because he did not like children.
Poem (Miguel Torga)
Il était une fois il y en Judée, un roi
Ugly bête, en effet:
Un gars sans licou âne
Et deux tresses grande.
Nous avons regardé, et réparé par
Ce chiffre qui n'avait pas
Yeux de ceux qui aime les enfants.
Et en effet, ce fut le cas.
Parce que un jour,
Le mal,
C'est seulement en ayant le pouvoir qui est le roi
Pourquoi ne pas prendre le cœur,
Ni plus, ni moins,
Il a tué le plus grand nombre étaient de petite taille
Dans les villes et villages de la nation.
Mais, par hasard ou par miracle s'est produit
Que, par le sable un âne,
Fui
Ces mains un peu du même sang
Que le soleil de la vie vivante caressé;
Et il a suffi
Cette durée de rêve
Pour remplir ce monde avec joie;
Pour se développer, d'être Dieu;
Et foutre le camp de ces tresses,
Tout simplement parce qu'il n'aimait pas les enfants.
Poème (Miguel Torga http://youtu.be/eUSLws1dCuo
Poetaderua
1 de Junho (Dia Mundial da Criança e dos Direitos Humanos)
domingo, 1 de maio de 2011
GATOS ESSES HISTÓRICOS SEDUTORES
"Os gatos sabem o momento em que seus donos vão acordar
- e os despertam dez minutos antes." (Jim Davis)
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| zoya |
quando o sente, é capaz de amar muito.
Um gato é um italiano educado na Inglaterra.
Sente como um italiano mas se comporta como um lorde inglês
." (Artur da Távola)
"Quando faço brincadeiras com meu gato,
pergunto-me se ele não se diverte mais comigo do que eu com ele." (Michel de Montaigne)
Uma casa sem gato e como um aquário
sem peixe." (Jean-Louis Hue)
Um gato é um italiano educado na Inglaterra.
Sente como um italiano mas se comporta como um lorde inglês
." (Artur da Távola)
"Quando faço brincadeiras com meu gato,
pergunto-me se ele não se diverte mais comigo do que eu com ele." (Michel de Montaigne)
Uma casa sem gato e como um aquário
sem peixe." (Jean-Louis Hue)
1- INTRODUÇÃO
2- REGRESSAR A CASA
3-METEOROLOGIA FELINA
4-ENIGMÁTICOS
5-TEMPO DE MORRER
6-OS PERIGOS EM CASA
7-LISTA DE PLANTAS TÓXICAS
8-OUTROS PERIGOs
9-Conclusão
10-bibiografia
1- INTRODUÇÃO
Sexto sentido, sentido misterioso, desconhecido, inquietante… as definições usadas para indicar as faculdades ainda inexplicáveis de muitos animais e, em especial, do gato, são inúmeras.
Fala-se do sexto sentido porque, como se sabe, existem cinco sentidos principais: vista, ouvido, olfacto, paladar e tacto, embora se conheçam ainda outros, como o do equilíbrio. Atribuem-se assim ao sexto sentido todas aquelas capacidades, ainda parcialmente desconhecidas, que alguns animais possuem, como o sentido de orientação, telepatia, psicocinese, etc. Algumas destas faculdades, que até algum tempo atrás eram “ignoradas”, são hoje objecto de amplas análises e explicações: é o caso do sentido de orientação das aves e de outros animais migrantes. Outras capacidades ainda resistem à nossa compreensão, não obstante as investigações de cientistas e parapsicólogos
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| zoya a minha gatinha |
No que diz respeito aos gatos, a primeiro destas faculdades é a capacidade de regressar a casa. De vez em quando a imprensa relata uma espantosa aventura de um gato (ou de um cão) que percorreu centenas de quilómetros para regressar à casa onde vivia.
EXS:
Na Austrália um gato percorreu 2 400 quilómetros para regressar do “dono”que o perdera quando acampara. Disse o “dono”: “estava muito sujo e fraco mas, mal o chamei pelo nome, os seus olhos iluminaram-se e começou a ronronar”.
No seu livro l`âme dês animaux (a alma dos animais) o escritor Jean Prieur refere a surpreendente aventura da gata Amado, que apenas percorreu 25 quilómetros, mas cuja gesta não é menos excepcional, tendo em conta que era cega.
A gatinha pertencia a uma senhora idosa que, sentindo a morte próxima a entregara a uma amiga que vivia a 25 quilómetros de distância. Quinze dias depois, a “ex. Dona” da Amado ouviu um miado diante da porta da casa; correu a abrir a porta e lá estava a sua gatinha, que se encontrava em condições lamentáveis, magríssima, suja e com as patinhas ensanguentadas.
Estes exemplos são apenas alguns de entre muitos que levam a considerar que o gato possui a capacidade de voltar a encontrar o amigo (prefiro esta palavra a dono pois nenhum ser vivo é dono de outro ser vivo; (lembro que S. Francisco de Assis considerava os animais seus irmãos). Eu concordo plenamente com ele.
Os casos mais frequentes, o gato (ou cão) que regressa a casa será o de mais fácil explicação: o animal quer recuperar o amigo, impelido pela fome, inquietação, afecto, amor, amizade e ainda o desejo de recuperar tudo o que perdeu, aguça-lhe o sentido de orientação. Recorrendo a um método de aprendizagem de tentativas e erros, avançando mediante uma série de associações: visuais, olfactivas, acústicas ou de qualquer outro género, procura um som familiar, cheiros conhecidos, caminhos anteriormente percorridos. O gato põe em funcionamento a sua memória associativa. De indício em indício, desistindo de um lado retomando de outro, acaba por alcançar a meta que é muitas vezes um lugar onde nunca esteve ESPANTOSO
3- ENIGMÁTICOS
O Teósofo sueco Emanuel swedenborg (1688-1772) (teosofia: doutrina filosófico -religiosa que procura estudar Deus e as leis divinas que se manifestam no universo) afirmava que os animais (todos) eram governados por “campos de acção completamente desconhecidos para o homem”; defendendo a existência de um sexto sentido ainda desconhecido. De acordo com esta teoria, haveria uma espécie de comunicação telepática entre o gato e o seu “dono” que o guiaria, quando perdido, por meio de vibrações que este seria capaz de perceber.Os Egípcios já acreditavam neste tipo de telepatia. Num papiro descoberto em Saqqâra pode ler-se: “quando tu pensas, ele (o gato) compreende-te, mesmo se os teus lábios não se moverem e a tua boca não pronunciar palavra ele lê em ti com o olhar dos deuses”. Alguns investigadores debruçaram-se sobre este aspecto; isto é, sobre a capacidade de transmissão de pensamento entre o homem e o gato, mas, ainda nada foi descoberto em concreto.
4-METEOROLOGIA FELINA
Outra das notórias capacidades do gato é a previsão do tempo. Segundo uma crença popular, se o gato na altura de se lavar, passa uma pata sobre uma das orelhas, é sinal de que chuvas (ou um temporal) se aproximam. Na realidade, julga-se que o gato fica nervoso porque a sua pele se carrega de electricidade e provoca pequenas descargas quando toca em qualquer objecto; por isso começa a arranhar os tecidos ou a trepar pelos reposteiros ou cortinas. Quando raspa o chão, indica a direcção de onde vai soprar o vento. Para anunciar bom tempo o gato ronrona e não esfrega o nariz durante a higiene. É claro que esta previsão á tão falível no gato como, de resto, o é no homem5- TEMPO DE MORRER
O gato anuncia a sua própria morte? Sobre este tema efectuaram-se diversas observações mais ou menos válidas. Verificou-se que havia casos de morte de gatos que, no dia anterior, tinham pedido insistentemente carícias ao “dono”ou se tinham escondido durante muito tempo debaixo de um móvel.
Na sua Autobiografia (1948) o filosofo russo Nicolai Berdaiev conta que o seu gato Mourry, sentindo-se próximo do fim, se arrastou até ao quarto de uma pessoa gravemente doente, saltou sobre a cama e, de súbito, morreu.
O gato também poderia ser capaz de sentir a morte próxima de um ser humano; há quem afirme que os gatos acorrem ao leito dos moribundos.
Parece, além disso, que os gatos se acautelam quanto ao abandono definitivo que significa a morte e conhecem-se casos de gatos que se negaram a abandonar a tumba do “dono”.
O comportamento do gato é sempre extraordinário: é um universo ainda em grande parte inexplorada, mas extremamente interessante.
6-OS PERIGOS EM CASA
O gato possui um instinto de caça muito desenvolvido e isso torna-o um animal particularmente curioso. Para ele, qualquer coisa serve se pretexto para se transformar em caçador e explorar cada pedacinho do seu território, onde até o abjecto mais insignificante se pode converter numa potencial presa. É certo que por vezes a sua curiosidade lhe prega partidas.
Infelizmente, muitos dos objectos que um gato pode descobrir numa casa podem representar um perigo: alguns podem provocar queimaduras; outros, cortes ou indisposições repentinas e mortais. Convém, pois, antes de se tornar “dono” de um gato, afastar as fontes de perigo para prevenir qualquer acidente. Quando adulto o gato torna-se na maioria das vezes mais tranquilo e razoável; mas só na aparência pois existem «avós» de 17 anos que conservam o espírito travesso e continuam a mordiscar qualquer coisa.
Entre as maiores tentações para um gatinho encontra-se tudo aquilo que tem o aspecto de uma corda ou o que, sendo fácil de apanhar com a boca, pode ser sacudido, mordiscado ou arrastado. Há que dizer que muitas vezes são os próprios “donos” dos animais que os incitam para estas brincadeiras, despertando a sua atenção para objectos pequenos atados a um cordel.
Por esta razão os fios eléctricos constituem uma presa ideal, já que é muito fácil para um gatinho mordiscar o plástico suave, com consequências que podem ser desastrosas: os cabos ficam à vista, tocam-se e o animal recebe uma descarga potencialmente mortífera. Para eliminar este tipo de perigos, os fios eléctricos devem ficar ocultos, atrás dos móveis, por exemplo. No caso disso não ser possível, e se o gatinho fica só, é melhor desligar a corrente geral para evitar um acidente. Mas também é aconselhável verificar de vez em quando os fios, até para evitar outro tipo de acidentes.
Não é aconselhável deixá-lo arrastar ou apanhar pedaços de cordel, elásticos e novelos de lã porque, enquanto brinca o gato pode enredar-se e ficar estrangulado ao tentar libertar-se.
Os sacos de supermercado são «sonoros» e que divertido é meter-se lá dentro!... Atenção, contudo ao risco de asfixia.
A cozinha é o lugar predilecto do gato, porque é neste espaço que vem tomar as suas refeições e onde se encontram cheiros tentadores que o levam a subir para os fogões para ver o que está a ser cozinhado. Ora fogões, fornos, bicos eléctricos ou a gás, podem provocar graves queimaduras. O mesmo se passa com os ferros eléctricos.
A porta aberta de uma máquina de levar constitui um convite irresistível para se esconder. Alguns gatos têm ficado fechados inadvertidamente com as previsíveis consequências; assim antes de meter a roupa no tambor, deve verificar se está vazio.
Alguns gatos conseguem abrir um frigorífico, para alem de poderem desaparecer bifes, peixe, queijo, etc. O gato pode ficar fechado lá dentro. Cuidado com o balde do lixo pois também atrai o gato, no seu interior podem encontrar-se objectos perigosos por exemplo: vidros, frascos com conteúdo perigoso, lixívia, medicamentos, detergentes etc.
A lareira é outro perigo: o gato pode ficar fascinado pelas fagulhas, ou pelo fumo que sobe, pelas brasas, aproxima-se demasiado e queima-se.
Se o gato vive em locais ou andares altos pode correr o risco de cair ou até atirar-se, sofrer uma queda que pode ter consequências muito graves. Mesmo se cai sem consequências, com o susto pode fugir e ter dificuldade em regressar a casa. Sofre-se o desgosto da perda de um verdadeiro amigo
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| zoya a minha gatinha |
1º-Plantas cuja linfa ou cujo látex podem causar prurido nos olhos ou na pele:
- Aráceas (antúrio)
- Eufobiaceas
- Ficáceas (figueiras)
2º-plantas cujo contacto provoca dermatite alérgica:
- Apocináceas e Amarilidáceas (narciso, junquilho)
- Tilícias (tília de interior)
- Compostas (crisântemo)
-Primuláceas (prímula)
- Lilíaceas (túlipa, jacinto, sanseviéria)
3º-Plantas cuja ingestão provoca transtornos digestivos:
-Mimosa do Japão, cíclame, azevinho, rododendro, azálea, erva-moira
4º-Plantas cuja ingestão provoca outros transtornos:
-Transtornos renais graves: phlodendro, ficus
-Transtornos cardiovasculares: cíclame, agárico, rododendro,
-Transtornos nervosos: Amarilidáceas, campainha, agárico, mimosa do Japão, erva-moira
8-OUTROS PERIGOS
Qualquer objecto pontiagudo (agulhas, pregos, tesouras, etc) deve estar longe do alcance do gato. Pode ferir-se na boca ou, pior, engolir, arriscando-se a uma perfuração ou a uma oclusão intestinal gravíssima. Importa, pois, manter esses materiais longe do alcance do gato. Cuidado também com o secador da louça: os garfos, facas e outros materiais cortantes devem ser colocados longe do gato. Medicamentos à vista ou abertos são outro perigo, quer para crianças, quer para animais. A curiosidade característica do gato pode levá-lo a engoli-los, com consequências que vão de sintomas de mal-estar até aos de intoxicação, levando eventualmente à morte do animal.
Um animal de estimação (ou não) requer cuidados como qualquer outro e vivo.Eu tenho uma gatinha de seu nome “Zoya quero dizer que alguns dos problemas aqui descritos lhe aconteceram, por exemplo: saltou da varanda, felizmente nada lhe aconteceu, (é um 1º andar), cortou-se numa jarra ao cair junto com ela de um móvel, não fui com ela ao veterinário, porque sou enfermeira e prestei-lhe os cuidados necessários (não necessitou de cuidados especializados,) foi picada por uma abelha (na sua infância tinha um instinto de caça muito desenvolvido) tive de correr com ela para o veterinário ia fazendo um choque anafilático, perdeu-se por terras da aldeia onde eu nasci, (chorei até a encontrar) felizmente chegou a velhinha tem hoje 12 anos e está bem, apesar de ter passado por uma grande cirurgia devido a um tumor no útero. É a minha amiga fiel em todas as ocasiõe
Há outros produtos perigosos: lixívias, e detergentes, (o gato é atraído pelo cheiro da lixívia e de outros produtos perigosos) como este gosta de lavar as patas e o pêlo regularmente, pode ingerir assim produtos tóxicos que ficaram nas patinhas ou na pelagem. Sempre que há suspeita de que o gato ingeriu ou caminhou sobre substâncias venenosas deve levar-se ao veterinário: esperar para ver sintomas pode ser fatal.
Também quando o gato se diverte a revolver a terra que contém fertilizantes e desparasitantes, embora os danos sejam menores, o que é um facto é que depois da brincadeira vem a hora da lavagem e, ao lamber as patas, ingere esses produtos tóxicos.
Se o gato insiste nesta actividade de escavar (e é muito difícil dissuadi-lo), é melhor não ter plantas ou coloca-las fora do seu alcance.9-Conclusão
Um animal de estimação (ou não) requer cuidados como qualquer outro ser vivo.
Eu tenho uma gatinha de seu nome “Zoya quero dizer que alguns dos problemas aqui descritos lhe aconteceram, por exemplo: saltou da varanda, felizmente nada lhe aconteceu, (é um 1º andar), cortou-se numa jarra ao cair junto com ela de um móvel, não fui com ela ao veterinário, porque sou enfermeira e prestei-lhe os cuidados necessários (não necessitou de cuidados especializados,) foi picada por uma abelha (na sua infância tinha um instinto de caça muito desenvolvido) tive de correr com ela para o veterinário ia fazendo um choque anafilático, perdeu-se por terras da aldeia onde eu nasci, (chorei até a encontrar) felizmente chegou a velhinha tem hoje 12 anos e está bem, apesar de ter passado por uma grande cirurgia devido a um tumor no útero. É a minha amiga fiel em todas as ocasiões.
http://youtu.be/4R83_zGmi04 clike na URL e verá a Zoya Pitanga
a fazer a sua higiene diária
10-BIBLIOGRAFIA
GATOS; OS NOSSOS AMIGOS
GATINHA MODELO DAS FOTOGRAFIAS; ZOYA PITANGA
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Dia da Terra
Tem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.
[editar] HistóriaO evento foi a culminação de uma série de tendências que começaram nos anos 50 em que os cientistas começaram notar como a industrialização impactava o ecossistema da Terra. Então, em 1962, o livro inovador de Rachel Carson “Silent Spring”, que documentou os efeitos dos inseticidas no ambiente, causou uma sensação internacional e conduziu-a eventualmente à proibição do DDT nos Estados Unidos.
Em 1970, a preocupação com o crescimento populacional, a fome em massa, a poluição do ar e da água o grupo se uniu num movimento para apoiar um ambiente mais limpo e saudável.
Tudo isto e mais está no filme “Earth Days”, que foi mostrado em PBS’American Experience em 19 de Abril dirigido por Robert Stone o filme mostra não somente como o movimento verde começou, mas os sucessos e falhas desde o dia seminal em 1970.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
sábado, 19 de março de 2011
DIA DO PAI 2011 19 DE MARÇO
Coimbra, 19 de Março de 2011
Meu Pai; quem me dera saber se há uma vida para alem da morte, assim teria a certeza que a sua protecção não me abandonaria, tal como a tive enquanto esteve nesta vida. Lembro-me de tantas coisas, que aconteceram quando cá estava, umas boas! Outras nem tanto!
Lembro-me da sua morte, foi um dia tão amargo, tão triste, tão medonho!
Um dos dias mais tristes da minha vida. Porque sabe, meu Pai? Há outros dias tristes na minha vida, mas, isso agora não importa. Hoje é dia do Pai e desejo que seja feliz lá nesse mundo desconhecido para nós que ainda estamos vivos
"Querido meu Pai descanse em paz lá no Céu eternamente
e viva eu cá na terra sempre triste"
sua filha Minda
Meu Pai; quem me dera saber se há uma vida para alem da morte, assim teria a certeza que a sua protecção não me abandonaria, tal como a tive enquanto esteve nesta vida. Lembro-me de tantas coisas, que aconteceram quando cá estava, umas boas! Outras nem tanto!
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| MEU PAI COM 40? ANOS |
Lembro-me de quando ainda muito pequenina, me levava pela mão quando, algumas vezes ia tratar de negócios. O Primo Augusto fazia-me festas na cabeça, eu ficava muito envergonhada, eh, eh! O Primo Abel, da Estação, sentava-me numa cadeira a comer bolachas. O Sr. Coelho, que tinha uma taberna, também para os lados da Estação, sentava-me num banco muito alto, de balcão, e dava-me rebuçados, depois voltávamos para casa
Lembro-me do meu exame da 4ª classe, quando lhe pedi a chorar que fosse ver as minhas notas, chamou-me medricas, foi vê-las e veio de lá a rir a dizer que tinha ficado aprovada. Também me lembro que fomos almoçar fora os dois, à "taberna" da “tia Maria gata", (hoje o restaurante o gato) na Lousã, convem lembrar que somos de Serpins, não é meu Pai? Lembro-me de tanta coisa!....Lembro-me da sua morte, foi um dia tão amargo, tão triste, tão medonho!
Um dos dias mais tristes da minha vida. Porque sabe, meu Pai? Há outros dias tristes na minha vida, mas, isso agora não importa. Hoje é dia do Pai e desejo que seja feliz lá nesse mundo desconhecido para nós que ainda estamos vivos
"Querido meu Pai descanse em paz lá no Céu eternamente
e viva eu cá na terra sempre triste"
sua filha Minda
quarta-feira, 16 de março de 2011
CONVÍVIO DA APÓSENIOR 12 DE MARÇO 2011
A Universidade Apósenior da cidade de Coimbra terra que deu origem à cultura Portuguesa desde a sua fundação
Não esqueçamos que a sua universidade teve origem no colégio de Santa Cruz ou Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra Ordem de S. Domingos ou Dominicanos, que, detinham o poder do ensino em Portugal
Construído no local denominado por "banhos reais", por fundação régia de Dom arquitecto de origem francesa e inserem-se no segundo período do românico coimbrão ou Afonso Henriques. As obras foram planeadas por mestre Roberto, afonsino.
Em 28 de Julho de 1131 a pedra fundamental da igreja é lançada por Dom Afonso Henriques e benzida por Dom Bernardo.
Em 7 de Janeiro de 1228 a primitiva Cruz é sagrada pelo bispo sabinense Dom João que veio a este reino como "legado a Latere". Não resta quase nada desta primeira construção. Por bastantes vezes, Coimbra é chamada de "Cidade do Conhecimento" principalmente por ter uma das mais antigas e prestigiadas universidades da Europa – a Universidade de Coimbra (UC) é a herdeira do Estudo Geral solicitado ao Papa pelo Rei D. Dinis e por um conjunto de prelados portugueses em 1288, e que viria a obter confirmação pontifícia em 1290, tendo-se estabelecido inicialmente em Lisboa. Após uma itinerância atribulada entre Lisboa e Coimbra durante os séculos XIII e XIV, a universidade viria a estabelecer-se estavelmente em Coimbra em 1537, tendo o Rei D. João III cedido o próprio paço real para as instalações. Estas instalações foram adquiridas pela Universidade no reinado de Filipe I, sendo desde então conhecidas por Paço das Escolas. Nos dias correntes, a Universidade de Coimbra tem aproximadamente 21 000 alunos, contando com alguns dos mais selectivos e exigentes programas académicos do país, um elevado número de unidades de investigação acreditadas, e tendo cerca de 10% de alunos estrangeiros de 70 nacionalidades diferentes, sendo assim a mais internacional das universidades portuguesas
Continuando a minha descrição a Universidade Apósenior de Coimbra, que existe há cerca de 5 anos, não esqueceu essa tradição do saber e organizou uma instituição onde são ministradas várias disciplinas desse mesmo saber ex: Literatura, História, Inglês, Informática, Pintura, Dança etc.
No dia 12 de Março de 11 reuniu, todos os seus alunos para um convívio, onde foram apresentadas pelos mesmos; vários temas correspondentes às disciplinas que frequentam: Assim tivemos; música, teatro, cantares, ex: fado danças de salão ex: valsa, tango, salsa, quisomba, etc.
A festa convívio foi um sucesso, um grande encontro de amizade e alegria para todos os presentes.
UM GRANDE ABRAÇO
CARMINDA NEVES
CLIQUE NA
URL E VERÁ DANÇAR
UM TANGO
http://www.youtube.com/watch?v=rq41JcF2duQ
Não esqueçamos que a sua universidade teve origem no colégio de Santa Cruz ou Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra Ordem de S. Domingos ou Dominicanos, que, detinham o poder do ensino em Portugal
Construído no local denominado por "banhos reais", por fundação régia de Dom arquitecto de origem francesa e inserem-se no segundo período do românico coimbrão ou Afonso Henriques. As obras foram planeadas por mestre Roberto, afonsino.
Em 28 de Julho de 1131 a pedra fundamental da igreja é lançada por Dom Afonso Henriques e benzida por Dom Bernardo.
Em 7 de Janeiro de 1228 a primitiva Cruz é sagrada pelo bispo sabinense Dom João que veio a este reino como "legado a Latere". Não resta quase nada desta primeira construção. Por bastantes vezes, Coimbra é chamada de "Cidade do Conhecimento" principalmente por ter uma das mais antigas e prestigiadas universidades da Europa – a Universidade de Coimbra (UC) é a herdeira do Estudo Geral solicitado ao Papa pelo Rei D. Dinis e por um conjunto de prelados portugueses em 1288, e que viria a obter confirmação pontifícia em 1290, tendo-se estabelecido inicialmente em Lisboa. Após uma itinerância atribulada entre Lisboa e Coimbra durante os séculos XIII e XIV, a universidade viria a estabelecer-se estavelmente em Coimbra em 1537, tendo o Rei D. João III cedido o próprio paço real para as instalações. Estas instalações foram adquiridas pela Universidade no reinado de Filipe I, sendo desde então conhecidas por Paço das Escolas. Nos dias correntes, a Universidade de Coimbra tem aproximadamente 21 000 alunos, contando com alguns dos mais selectivos e exigentes programas académicos do país, um elevado número de unidades de investigação acreditadas, e tendo cerca de 10% de alunos estrangeiros de 70 nacionalidades diferentes, sendo assim a mais internacional das universidades portuguesas
Continuando a minha descrição a Universidade Apósenior de Coimbra, que existe há cerca de 5 anos, não esqueceu essa tradição do saber e organizou uma instituição onde são ministradas várias disciplinas desse mesmo saber ex: Literatura, História, Inglês, Informática, Pintura, Dança etc.
No dia 12 de Março de 11 reuniu, todos os seus alunos para um convívio, onde foram apresentadas pelos mesmos; vários temas correspondentes às disciplinas que frequentam: Assim tivemos; música, teatro, cantares, ex: fado danças de salão ex: valsa, tango, salsa, quisomba, etc.
A festa convívio foi um sucesso, um grande encontro de amizade e alegria para todos os presentes.
UM GRANDE ABRAÇO
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
DIFERENÇA ENTRE SOFTWARE E HARDWARE
Software significa um qualquer programa que se instala no nosso PC ex: ABOBE, PICASA, FOTO SHOP, por outro lado hardware significa tudo aquilo que posso conectar / adicionar ao meu PC. Estes componentes dividem- se em 2 categorias IN PUT(entrada) AUT PUT (saída) ex: TECLADO,(entrada) IMPRESSORA- (saída)domingo, 9 de janeiro de 2011
Universidade de Coimbra
A Universidade de Coimbra GCSE (sigla: UC) é uma universidade localizada na cidade de Coimbra, em Portugal. É uma das universidades mais antigas ainda em operação na Europa e no mundo, a mais antiga de seu País e uma de suas maiores instituições de ensino superior e de pesquisa.
Organizada em oito faculdades diferentes, de acordo com uma variedade de campos de conhecimento, a Universidade oferece todos os graus académicos em arquitetura, educação, engenharia, humanidades, direito, matemática, medicina, ciências naturais, psicologia, ciências sociais e desportos.
A Universidade de Coimbra possui aproximadamente 20 mil estudantes, abrigando uma das maiores comunidades de estudantes internacionais em Portugal, sendo a sua universidade mais cosmopolita[2].
Além disso, é o membro-criador do chamado Grupo Coimbra, uma rede de universidades europeias cujo objetivo é a colaboração académica entre elas.
A bula do Papa Nicolau IV, datada de 9 de agosto de 1290, reconheceu o Estudo Geral, com as faculdades de Artes, Direito Canónico, Direito Civil e Medicina, reservando-se a Teologia aos conventos Dominicanos e Franciscanos.
A universidade, inicialmente instalada na zona do actual Largo do Carmo, em Lisboa, foi transferida para Coimbra, para o Paço Real da Alcáçova, em 1308. Voltou em 1338 para Lisboa, onde permaneceu até 1354, ano em que regressou para Coimbra. Ficou nesta cidade até 1377 e voltou de novo para Lisboa neste ano.
Permaneceu na Capital portuguesa até 1537, data em que foi transferida definitivamente para Coimbra, por ordem de D. João III.A Universidade recebeu os seus primeiros estatutos em 1309, com o nome Charta magna privilegiorum. Os segundos estatutos foram outorgados no ano de 1431, durante o reinado de D. João I, com disposições sobre a frequência, exames, graus, propinas e ainda sobre o traje académico
Já no reinado de D. Manuel I, em 1503, a Universidade recebeu os seus terceiros estatutos, desta vez com considerações sobre o reitor, disciplinas, salários dos mestres, provas académicas e cerimónia do ato solene de doutoramento.
Desde o reinado de D. Manuel I, todos os Reis de Portugal passaram a ter o título de «Protectores» da Universidade, podendo nomear os professores e emitir estatutos.
O poder real, bastante mais centralizado a partir de D. João II, criava uma dependência da Universidade em relação ao Estado e à Política, pelo que a preponderância dos Estudos Jurídicos se estabeleceu em Portugal.
A 27 de Dezembro de 1559, no reinado de D. Sebastião), Baltazar de Faria fez a entrega dos Quartos Estatutos, nos quais se determinou que o reitor fosse eleito pelo Claustro, disposição essa nem sempre foi cumprida pelo poder régio. Nesse mesmo ano, a 1 de Novembro, tinha sido solenemente aberta a Universidade de Évora, entregue aos Jesuítas.
Em 1591, de Madrid, vieram os Sextos Estatutos (os quintos foram deixados de lado, nunca tendo entrado em vigor) e foram apresentados em Claustro no ano seguinte. Determinava-se que a Universidade indicasse três nomes para o cargo reitoral, escolhendo o rei um deles.
No reinado de D. João V, João Frederico Ludovice terá feito o risco para a Torre da Universidade de Coimbra e portal da Biblioteca . Xavier da Costa ao citar os monumentos da era joanina, falando da Biblioteca (1716 - 1725 ), e da Torre ( 1728 - 1733 ), diz que não será injustificado atribuírem-se os seus projectos a Ludovice . Aludindo o parentesco que encontramos entre o Pórtico da mesma Biblioteca e o Portal da Capela Octogonal do Senhor das Barrocas em Aveiro . As mísulas laterais em que se apoiam os arcos, as colunas jónicas, os frisos têm um ar de parentesco nos dois pórticos, muito diferentes, porem no coroamento, pois o de Aveiro, com os seus frontões, um entrecortado outro partido, reúne uma decoração escultórica que prova grande influencia dos artistas entalhadores e dos lavrantes da pedra e ourivesaria. Não será despropositado lembrar também o nome ou a influência de Ludovice, ao citar a porta do Antigo colégio de São Jerónimo, em Coimbra, de frontão muito ondulado e partido, apoiado sobre “ gaines” - uma espécie de scabellum ou de pedestais esguios que substituem as colunas - esteios que Borromini já empregara e que o arquitecto de Mafra também aplicou na janela central do segundo andar do seu palácio de Lisboa em S.Pedro de Alcântara, concluído em 1747 . ( História de Portugal - Edição Monumental da Portucalense Editora, - Damião Peres - de Eleutério Cerdeira ) .
A Torre da Universidade de Coimbra, tem 33,5 metros de altura, constitui o emblema tradicional de Coimbra . Começou a construir-se em 1728 e foi terminada em 1733 . No topo sobre o relógio, abre-se um miradouro do qual se desfruta uma panorâmica esplendorosa da cidade e do vale do Mondego . Nesta Torre está colocada, entre outros sinos, a célebre « cabra », que marcava as horas do despertar e do recolher dos estudantes .
No reinado de D. José I, a Universidade sofreu uma profunda alteração. Em 28 de Junho de 1772 o rei ratifica os novos estatutos (Estatutos Pombalinos), que marcam o início da Reforma. Esta manifestava, sobretudo, um grande interesse pelas ciências da natureza e pelas ciências do rigor, que tão afastadas se encontravam do ensino universitário.
Em 1836 dá-se a fusão da Faculdade de Cânones e de Leis na Faculdade de Direito, e que veio a contribuir fortemente para a construção do novo aparelho legal liberalista.
Em 1911, a Universidade recebe novos estatutos com o objectivo de criar uma certa autonomia administrativa e financeira e criava também um sistema de bolsas para fazer aumentar o número de alunos no ensino superior.
Foi criada a Faculdade de Letras, que herdou as instalações da extinta Faculdade de Teologia, enquanto as Faculdades de Matemática e de Filosofia (criadas na Reforma Pombalina) eram convertidas na Faculdade de Ciências.
Com o 25 de Abril de 1974 inicia-se um novo período da vida portuguesa e universitária, que foi alvo de várias reformas para acompanhar a nova dinâmico política. Em 1989 são publicados os estatutos que estão actualmente em vigor.
Durante os seus mais de sete séculos de existência, a Universidade, hoje uma instituição de referência, foi crescendo, primeiro por toda a Alta de Coimbra e depois um pouco por toda a cidade, encontrando-se actualmente ligada a gestação de ciência e tecnologia e à difusão de cultura portuguesa no mundo.
Continuando a manter o renome de outros tempos, é, de um modo geral, indiscutível a qualidade do ensino na Universidade de Coimbra dentro do muito fragmentado panorama nacional de ensino superior. No que toca, por exemplo à Faculdade de direito (FDUC), é de notar o relatório de avaliação externa das Faculdades de Direito Portuguesas, tendo a FDUC ficado no mais alto lugar do pódium no que toca ao ensino das leis (ex-equo com a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa). Todas as 8 faculdades têm cursos e departamentos geralmente considerados de excelência a nível nacional, e nalguns casos internacional. A UC tem consistentemente ficado classificada entre as 3 melhores universidades de língua portuguesa.
Hoje, a Universidade de Coimbra conta com oito Faculdades (Letras, Direito, Medicina, Ciências e Tecnologia, Farmácia, Economia, Psicologia e Ciências da Educação, Ciências do Desporto e Educação Física) e cerca de 22 mil alunos.
Actualmente, a Universidade espalha-se por três grandes pólos:
A alta universitária, Pólo I, onde se situam a reitoria e os serviços administrativos, partilhando o edifício histórico da Universidade com a Faculdade de Direito. Ainda na Alta Universitária, situam-se as Faculdades de Letras e de Psicologia, bem como os Departamentos de Ciências da Vida, Química, Física, Geologia e Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCTUC). Completam o conjunto o edifício da Biblioteca Geral e Arquivo.
O Pólo II, ou Pólo de Engenharia, onde se situam os departamentos de engenharia da FCTUC.
O Pólo III, ou Pólo de Ciências da Saúde, onde se situam os cursos da área médica, assim como alguns laboratórios de investigação associados.
A Faculdade de Economia, situada num palacete da Avenida Dias da Silva, está afastada dos outros 3 pólos, e foi criada em 1972.
Traje académico
O traje académico é a indumentária cerimonial usada por estudantes e professores universitários e ainda existe em algumas universidades tradicionais
O traje surgiu em Coimbra como forma de distinguir o foro académico das demais classes e ofícios (ver em ligação externa). Existem, portanto, um conjunto de regras de elaboração e utilização do traje que descrevem especificamente as características da calça ou saia, camisa, laço ou gravata, colete, batina, capa, sapatos.
Capa e batina
O traje académico actual, também apelidado de "capa e batina", é composto por uma batina, que foi reduzida a uma casaca (copiada das vestes burguesas), colete, gravata preta, camisa branca, calças simples, sapatos simples, e por uma capa, que deverá tocar no chão, quando colocada sobre os ombros, sem dobras. Esta é a indumentária reservada aos homens, que também podem usar um gorro simples, sem borla. As senhoras, em vez da batina, usam um casaco pela cinta, mas não cintado, uma camisa branca, uma saia travada e abaixo do joelho, meias compridas, pretas e não opacas, sapatos simples, e uma capa igual à dos homens. As origens do traje académico masculino remontam ao século XVI, embora o actual modelo provenha das vestes burguesas de finais do século XIX e inícios do XX, quando estas substituíram o traje talar. O traje feminino surgiu na Universidade do Porto, quando em 1937 o Coral do Orfeão Universitário do Porto passou a apresentar naipes femininos. O traje feminino foi então criado com meias transparentes, como ainda ostentam as Orfeonistas
Ao final dos estudos está geralmente associado o "rasganço" de toda a indumentária académica, com excepção da capa e da pasta académica, que assim acompanham o resto da vida do antigo estudante. Hoje em dia, são raros os estudantes que fazem, de facto, o "rasganço", devido ao peso sentimental atribuído ao traje, no final do curso. Dá-se, então, um "rasganço" simbólico, usando-se apenas a capa (se assim o desejar) - esta é a indumentária mais característica
dos Veteranos, os alunos com mais matrículas do que as necessárias para terminar o curso. Aos rapazes rasga-se a roupa toda com excepção dos colarinhos, punhos, capa e gravata. Às moças rasga-se apenas e só o que se não rasgou aos rapazes, isto é, os colarinhos, punhos, laço ou gravata e meias, a capa também não se lhes rasga.
Fitas
O uso da pasta académica só é permitido a partir do momento em que se deixa de ser caloiro e se passa a pastrano: a partir da Queima das fitas do ano da 1ª matrícula na Universidade. Contudo, o aspecto que a ela está mais associado são as Fitas. Estas são impostas ao estudante antes de este iniciar o último ano do seu curso. São oito fitas ao todo, da cor do curso de cada estudante, identificando-o como um Quintanista. Esta tradição remonta a meados do século XIX, quando as pastas eram compostas por duas partes independentes, e que eram mantidas unidas com recurso a estas fitas.
A "Queima das Fitas" tem as suas origens nas celebrações que se faziam aquando o final dos cursos, onde os Finalistas queimavam as suas fitas dentro de um penico. Tal como o "rasganço", aplicado ao traje académico, a "Queima das Fitas" é também um momento de despedida da vida de estudante. Terá sido iniciada em Coimbra, e é actualmente um dos maiores acontecimentos do calendário académico, em todas as cidades universitárias do paí
História
Apesar de hoje em dia se apresentar uniformizado, o traje académico nem sempre foi como se conhece hoje. O traje deriva das vestes dos clérigos, os quais vestiam conforme as sua condição e posses.
Os antigos estatutos da Universidade de Coimbra não obrigavam o uso do traje, mas proibiam, porém, o uso de certas cores e condicionavam alguns traços do corte.
Dos estatutos de D. Manuel I:
«Não poderão os sobreditos nem outros alguns estudantes trazer barras nem debruns de pano em vestido algum; nem isso mesmo poderão trazer vestido algum de pano frizado; nem poderão trazer barretes de outra feição senão redondos; e assim hei por bem que os pelotes e aljubetes que houverem de trazer sejam de comprido três dedos abaixo do joelho ao menos; e assim não poderão trazer capas algumas de capelo, somente poderão trazer lobas abertas ou cerradas ou mantéus sem capelo; não trarão golpes nem entretalhos nas calças nem trarão lavor branco nem de cor alguma em camisas nem lenços.»[1]
Na obra de Luís Cyrne de Castro, Tempos Idos, refere-se que seria em 1645 que D. João IV iria confirmar os estatutos da Universidade, que vigoraram até 1772, sendo reformulados na sequência da reforma Pombalina.
Porém, é no século XIX que o traje académico sofre maiores alterações, instaurando uma polémica, ao ponto do reitor se impor e decretar medidas extremas. Com base em relatos da época por Antão de Vasconcelos[2] nota-se que a batina evoluiu do tornozelo ao joelho. Porém, nos finais do século as transformações seriam ainda maiores. Como Ramalho Ortigão salienta, a calça vestia-se agora comprida, dado que até aí se usava o calção pelo joelho e meia preta. Por épocas da implantação da república a própria batina começa a sofrer a maior e mais atroz modificação, que a descaracterizou por completo: foi reduzida à condição de casaco comprido com lapelas de seda à moda, perdendo os tradicionais botões que a fechavam desde o pescoço até aos joelhos. Com efeito, num contexto social e político fortemente anticlerical, os detractores do traje conseguiram impor um modelo de traje baseado nas roupagens burguesas, conseguindo abolir a secular tradição do "hábito talar". Com isto as únicas peças mais antigas e pouco inalteradas do trajar estudantil em Coimbra são o gorro (que caíu em desuso) e a capa - a qual apenas se manteve por resistência dos estudantes que nela depositavam o imaginário colectivo dos romances de capa e espada, já que os anticlericais até a capa pretendiam ver proibida. Apesar da nova configuração, o casaco jamas deixou de ser apelidado (mesmo que erradamente) de batina.
É, em 1957, com a publicação do primeiro Código da Praxe Académica que o traje passa a ser uniformizado.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
NATAL
NATAL
A celebração do natal perde-se nos tempos. Já era celebrado antes do nascimento de Jesus Cristo.
Os Sumérios, os Persas, os Caldeus, os Babilónios e também o Império Romano celebravam o Natal no dia 25 de Dezembro que eles consideravam como o dia do renascimento do sol.
Quando nasceu Jesus Cristo e a religião Cristã se começou a expandir, os Cristãos começaram a comemorar o dia 25 de Dezembro como a data do seu Nascimento, embora não se saiba ao certo qual foi esse Dia. Os Cristãos consideram Jesus Cristo o Sol. O seu DEUS, que veio ao mundo Nascido do homem para salvar a humanidade.
O Cristianismo é uma Religião monoteísta.
Hoje em todo o mundo Ocidental, ou melhor em todo o mundo Cristão se celebra o Natal em 25 de Dezembro, considerando este dia, como o dia do renascimento para uma nova vida.
Em todo o mundo Cristão se celebra o Natal com grandes festejos (por vezes exagerados) A maioria das Gentes não lembra que neste dia também há: guerra, fome, frio, racismo, separação, abandono, tristeza, amargura que, neste dia (como em todos os outros) morrem milhares de pessoas vítimas da indiferença e consentimento de povos e governantes que têm o dever de não permitir que tal possa acontecer. Nesta época em que tanto dinheiro é atirado para o submundo do colapso social, moral e ético, há Crianças que são vítimas inocentes de: ganância, vícios, egoísmo, violência, ignorância. Falo de crianças, mas, o mesmo se passa com todos os outros seres vivos, principalmente idosos e animais e digo animais porque são os grandes esquecidos. Os povos e governos. Principalmente os Cristãos não lembram que S. Francisco de Assis lhes chamava seus irmãos. Ora isso é um sinal de que lhe devemos respeito, amor e amizade, porque eles dão tudo isto e nada pedem em troca: O silêncio dos inocentes, reclama justiça.
Eu sou Cristã, a personagem que mais admiro na História é Jesus Cristo, independentemente de ele ser ou não o FILHO DE DEUS. Acredito que seja.
Carminda Neves, Natal de 2010
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