sábado, 7 de agosto de 2010

São Caetano, também chamado de São Gaetano


Nasceu em outubro de 1480 em Veneza como Gaetano dei Conti di Tiene.Ele era filho do Conde Garpar de Thiene e Maria di Porto. Quando ele tinha dois anos seu pai foi morto em batalha. Criado por sua mãe, ele estudou na Universidade de Pádua, recebendo doutorado em lei civil e canônica. Como senador em Vicenza, Caetano foi a Roma onde o Papa Julius II (1503-1513) fez dele um protonotário, um posto que ele renunciou quando o Papa Julius morreu em 1513.Caetano foi ordenado em 1516 com 36 anos e entrou para a Ordem dos Oratórios de São Jerônimo, dedicado a cuidar dos doentes. Ele fundou um Oratório em Verona e em 1520 foi para Veneza. Em 1523 com Giovanni Pietro Carafa ,que tornou-se Papa Paulo IV (1555-1559) e com Paulo Consigliere e Bonifácio da Calle, Caetano fundou os Treatines, uma congregação de padres reformistas que assistiram a Reforma Católica. Ele fundou um hospital para vitimas de doenças incuráveis.Ele fundou um banco - como alternativa aos agiotas da epoca com juros altissimos- para emprestar aos pobres, atualmente o Banco de Napoles.Tinha o habito de jogar com priosioneiros varios jogos nos quais ele apostava orações, devocioários e velas. Diz a tradição que ele sempre perdia e tinha assim que "pagar" com orações para eles.Ele continuou trabalhando com os pobres junto com o Beato João Manrinoni.
Ele morreu em Nápoles em 7 de agosto de 1547. Ele é padroeiro dos Treatines e dos animais domésticos. Foi canonizado pelo Papa Clement X em 1671.
Suas relíquias estão guardadas em Munique e em Nápoles. retirado de


www.cademeusanto.com.br/sao_caetano.htm

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Transfiguração de Nosso Senhor Jesus Cristo



Neste dia a Igreja celebra, coforme as palavras do Martirológio Romano-Monástico, "o mistério pelo qual Cristo manifestou sua glória divina, atestada pela voz do Pai e pela presença de Moisés e de Elias, para preparar seus discípulos para a Neste dia a Igreja celebra, coforme as palavras do Martirológio Romano-Monástico, "o mistério pelo qual Cristo manifestou sua glória divina, atestada pela voz do Pai e pela presença de Moisés e de Elias, para preparar seus discípulos para a provação da Cruz".provação da Cruz".


Há uma pergunta que sempre deve ser feita: por que, com o tempo, os judeus e os cristãos se separaram tanto, a ponto de no século XX o nazismo alemão, num país cristão, decretar sua extinção, assassinando seis milhões de judeus?

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

CIDADE DE ISTAMBUL- TURQUIA



Istambul (em turco: İstanbul), antiga Bizâncio e Constantinopla (nome ainda usado em várias línguas, como no grego Κωνσταντινούπολις, Konstantinúpolis), é a maior cidade da Turquia, a quinta maior do mundo e a mais populosa da Europa, com 803 468 habitantes no centro da cidade (2005) e 12 782 960 em sua região metropolitana (2009)[1] . A grande maioria da população é muçulmana (com grande número de laicos), e uma minoria de cristãos (68 000) e de judeus (20 000). É dividida pelo estreito de bósforo que liga o mar negro ao mar de mármara e a transforma em europeia e asiática, isto é: o bósforo separa a Europa e a Ásia

DANÇAS DE SALÃO

Dança de salão refere-se a diversos tipos de danças executadas por um casal de dançarinos. As danças de salão são praticadas socialmente, como forma de entretenimento, integração social e competitivamente como Desporto
A dança de salão tem origem nos bailes das cortes reais na européias, tomando forma na corte do Rei Luís XIV, na França.[carece de fontes?] É possível que o abraço lateral venha do fato de que, na época, os soldados carregavam a espada no lado esquerdo, como é mostrado nas imagens de Il Ballarino, de Fabrittio Caroso.[1] Também era evidente a postura clássica, ereta e com o torso fixo, como no balé, que tem a mesma origem.[2][3]
A dança de casal foi levada pelos colonizadores para as diversas regiões das Américas, onde deu origem às muitas variedades, à medida que se mesclava às formas populares locais: tango na Argentina, maxixe, que deu origem ao samba de gafieira, no Brasil, a habanera, que deu origem a diversos ritmos cubanos, como a salsa, o bolero, a rumba etc.[carece de fontes?]

Santa Ângela de Foligno



Santa Ângela de Foligno, nasceu em 1248, no povoado de Foligno, Úmbria, terra de Francisco de Assis (Itália). É considerada uma das primeiras místicas italianas.Era casada e mãe de vários filhos. Aos 37 anos, morreram-lhe os filhos, o marido e os pais, Provada pelo sofrimentos e reconsiderando sua vida, abandonou tudo e ingressou na Ordem Terceira de São Francisco.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Santo Eusébio de Vercelli


Hoje nós lembramos o testemunho de santidade de Eusébio, que nasceu no começo do século IV, na Sardenha e não tinha este nome, até ir para Roma em procura de lucro com a Política e o Direito. Encontrado por Jesus, converteu-se e recebeu as águas do Batismo e o novo nome de Eusébio, pois foi batizado pelo Papa Eusébio.De simples leitor da Igreja de Roma, Eusébio foi ordenado sacerdote e depois em 345, Bispo em Vercelli, onde exerceu seu ministério com zelo, muito amor às almas e à Verdade. Dentre tantas inspirações para a Diocese, Eusébio vivia comunitariamente com seus sacerdotes, e desta comunhão conseguiu forças para vencer os bons combates do dia-a-dia.Santo Eusébio de Vercelli por opor-se ao Arianismo que buscava erroneamente negar a divindade de Cristo, foi exilado com outros santos bispos pelo imperador Constâncio. Despachado com algemas para a Palestina, Eusébio sofreu torturas e sobreviveu por seis anos fechado numa prisão. Quando liberto aproveitou para visitar as Igrejas do Oriente. Ao voltar foi acolhido como vencedor pelos irmãos no Episcopado, Clero e todo o povo, e até entrar no Céu em 370, venceu o Arianismo com Santo Hilário e unificou as Igrejas

domingo, 1 de agosto de 2010

Afonso Maria de Ligório





Os Ligório residem em Nápoles. Dom José, capitão das Galeras Reais, muito religioso e temperamental. A mãe, dona Ana Cavalieri, destaca-se pela doçura. Os pais sonham um futuro para os filhos. Aqui, se sonha muito alto.
Nápoles é uma cidade do sul da Itália. No tempo dos Ligório, é uma colcha de retalhos, marcada por um colorido e uma diversidade muito grandes.
Os Ligório têm oito filhos. O mais velho, Afonso, ficou na história, aliás, bastante movimentada. Porque é o herdeiro, é cercado de todos os cuidados. Investe-se muito nele: estuda em casa, tendo os melhores professores. Seus talentos serão cultivados.
Devoto do Santíssimo Sacramento e da Santíssima Virgem Maria. Participa também do oratório de São Filipe Néri.
Aos 16 anos, doutor em direito civil e eclesiástico. Aos 18, começa a advogar. Serão oito anos sem perder uma causa sequer! Tudo vai bem, do jeito que pensa e sonha Dom José.
Os tribunais, que são a vida de Afonso e dos Ligório, estão indo optimamente. Surgiu, porém, um processo entre duques, envolvendo grande soma em dinheiro. Devido à corrupção da Corte Judicial, Afonso perde a causa. Sonho acabado!
Afonso refugia-se em seu quarto. Por três dias reflecte sobre o desastre, sem comer, sem se comover com as preocupações da mãe. Ao terceiro dia, os Ligório vêem um novo Afonso.
- "Mundo, agora te conheci! Adeus, tribunais! Não me vereis jamais!".
No Hospital dos Incuráveis, Deus o convoca para nova missão. Decidido, vai até a Igreja de Nossa Senhora das Mercês e ali deixa sua espada de cavaleiro.
Ao pai Afonso responde: "Os tribunais são uma página virada em minha vida". Afonso decide ser padre! O pai tenta tudo para demovê-lo da ideia. Em 21 de Dezembro de 1726 Afonso é ordenado padre. Não será apenas mais um entre os dez mil que vivem em Nápoles. Será um padre que se destaca. Afonso tem 30 anos de idade. Afonso foi sinal de contradição. Em primeiro lugar, para a Igreja da época, que deixava no abandono os pobres dos campos.
Diante de uma mentalidade rigorista, que punha a lei e o pecado em primeiro lugar, Afonso apresenta o amor e a misericórdia. Deus nos ama: eis o anúncio predilecto de toda a vida de Afonso

quinta-feira, 15 de julho de 2010

LENDA DE PENACOVA


OLHOS DE UMA  MOURA ENCANTADORA
Havia uma bela moura, nos arredores da cidade de Coimbra, que vivia encantada. Transformada em serpente com duas cabeças. Andava pelos montes; atormentada, amargurada, triste, prisioneira do seu encantamento. Todas as pessoas fugiam quando a encontravam ou ela aparecia, pois, pensavam que ela era de verdade uma serpente e ainda por cima com duas cabeças. Ela apenas queria e esperava que a olhassem, bem, no fundo dos seus olhos e conseguissem ver, descobrir, que ela era apenas uma jovem: bela, meiga, terna, cheia de doçura, que, queria amar e ser amada, mas, o seu destino tinha sido cruel, transformando-a em serpente com duas cabeças
. Uma chamava-se Pena: era seca, com montes, agreste, coberta de pedra, da qual se extraí-a a cal que era exportada para todo o país, para ajudar na construção do mesmo.
A outra chamava-se Cova: era verdejante e viçosa, por ela se passeava o rio Mondego, deixando sempre um rasto fresco que encantava quem por lá vivia
Das cabeças da moura encantada surge o nome de: PENACOVA
Esta moura encantada, em, serpente com duas cabeças. Esperava que alguém, ou um príncipe, quebrasse o encanto.
Para isso tinham de olhar profundamente nos seus olhos com amor e doçura e ela voltaria à sua beleza e formosura naturais.
PENACOVA ainda hoje continua à espera que seja quebrado o seu encanto e ela possa mostrar ao mundo toda a sua beleza, frescura e encanto naturais de MOURA ENCANTADA


Porque não pega na máquina fotográfica e vai à procura da sua bela Moura ?
Alguem pediu mouras encantadas.
Elas existem um pouco por todo o lado e em vários locais da net de onde estas foram tiradas

                                                                                           
Procurei na NET e encontrei todas estas encantadoras personagens,umas fruto da imaginação de alguem, outras da pesquisa de algum fotógrafo
Carminda neves








quarta-feira, 14 de julho de 2010

A COMADRE (conto da beira litoral portugal)


Havia um homem que tinha tantos filhos, tantos que não havia ninguém na freguesia que não fosse compadre dele e vai a mulher teve mais um filho. Que havia do homem fazer? Foi por esses caminhos fora a ver se encontrava alguém que convidasse para compadre.Encontrou um pobrezito e perguntou-lhe se queria ser compadre dele.– Quero; mas tu sabes quem eu sou?– Eu sei lá; o que eu quero é alguém para padrinho do meu filho. – Pois, olha, eu cá sou Deus.– Já me não serves; porque tu dás a riqueza a uns e a pobreza a outros.Foi mais adiante; e encontrou uma pobre e perguntou-lhe se queria ser comadre dele.– Quero; mas sabes tu quem eu sou?– Não sei.– Pois, olha, eu cá sou a Morte.– És tu que me serves, porque tratas a todos por igual.Fez-se o baptizado e depois disse a Morte ao homem:– Já que tu me escolheste para comadre, quero-te fazer rico. Tu fazes de médico e vais por essas terras curar doentes; tu entras e se vires que eu estou à cabeceira é sinal que o doente não escapa e escusas de lhe dar remédio; mas se estiver aos pés é porque escapa; mas livra-te de querer curar aqueles a que eu estiver à cabeceira, porque te dou cabo da pele.Assim foi. O homem ia às casas e se via a comadre à cabeceira dos doentes abanava as orelhas; mas se ela estava aos pés receitava o que lhe parecia. Vejam lá se ele não havia de ganhar fama e patacaria, que era uma coisa por maior! Mas vai uma vez foi a casa dum doente muito rico e a Morte estava à cabeceira; abanou as orelhas; disseram-lhe que lhe davam tantos contos de réis se o livrasse da Morte e ele disse:– Deixa estar que eu te arranjo, e pega no doente e muda-o com a cabeça para onde estavam os pés e ele escapa.Quando ia para casa sai-lhe a comadre ao caminho:-Venho buscar-te por aquela traição que me fizeste.– Pois, então, deixa-me rezar um padre-nosso antes de morrer.– Pois reza.Mas ele rezar; qual rezou! Não rezou nada e a Morte para não faltar à palavra foi-se sem ele.Um dia o homem encontra a comadre que estava por morta num caminho; e ele lembrou-se do bem que ela lhe tinha feito e disse:– Minha rica comadrinha, que estás aqui morta; deixa-me rezar-te um padre-nosso por tua alma.Depois de acabar, a Morte levantou-se e disse:– Pois já que rezaste o padre-nosso, vem comigo.O homem era esperto; mas a Morte ainda era mais; pois não era?

in Contos Populares Portugueses

terça-feira, 13 de julho de 2010

RAINHA ESTER














O Livro de Ester é um dos livros históricos do antigo testamento da Bíblia.[1][2] Possui 10 capítulos (ou 16 segundo com os adicionais da Seguinte reunidos no final). Conta a história da rainha Ester.
O título deriva do nome de seu principal personagem. Os judeus o chamam de Meghil-láth És-tér, ou simplesmente de o Meghil-láh, que significa "rolo", "rolo escrito", porque constitui para eles um rolo muito estimado.
Uma forte evidência da autenticidade do livro é a Festividade de
Purim, ou de Sortes, comemorada pelos judeus até o dia de hoje; no seu aniversário, o livro inteiro é lido nas suas sinagogas. Diz-se que uma inscrição cuneiforme, evidentemente de Borsipa, menciona um oficial persa de nome Mardukâ (Mordecai?), que estava em Susa (Susã) no fim do reinado de Dario I ou no começo do reinado de Xerxes I. — Zeitschrift für die alttestamentliche Wissenschaft (Revista de Ciência do Velho Testamento), 1940/41, Vol. 58, pp. 243, 244; 1942/43, Vol. 59, p. 219.
O Livro de Ester está de pleno acordo com o restante das Escrituras e complementa os relatos de
Esdras e de Neemias por contar o que aconteceu com o exilado povo de Deus na Pérsia.



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.