segunda-feira, 13 de junho de 2011

Fernando Pessoa








Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935), mais conhecido como Fernando Pessoa, foi um poeta e escritor português.
É considerado um dos maiores poetas da Língua Portuguesa, e da Literatura Universal, muitas vezes comparado com Luís de Camões. O crítico literário Harold Bloom considerou a sua obra um "legado da língua portuguesa ao mundo”
Fernando Pessoa
Por ter crescido na África do Sul, para onde foi aos seis anos em virtude do casamento de sua mãe, Pessoa aprendeu a língua inglesa. Das quatro obras que publicou em vida, três são na língua inglesa. Fernando Pessoa dedicou-se também a traduções desse idioma.
Ao longo da vida trabalhou em várias firmas como correspondente comercial. Foi também empresário, editor, crítico literário, activista político, tradutor, jornalista, inventor, publicitário e publicista, ao mesmo tempo que produzia a sua obra literária. Como poeta, desdobrou-se em múltiplas personalidades conhecidas como heterónimos, objecto da maior parte dos estudos sobre sua vida e sua obra. Centro irradiador da heteronímia, auto-denominou-se um "drama em gente"
.Considera-se que a grande criação estética de Pessoa foi a invenção heteronímica que atravessa toda a sua obra. Os heterónimos, diferentemente dos pseudónimos, são personalidades poéticas completas: identidades que, em princípio falsas, se tornam verdadeiras através da sua manifestação artística própria e diversa do autor original. Entre os heterónimos, o próprio Fernando Pessoa passou a ser chamado ortónimo, porquanto era a personalidade original. Entretanto, com o amadurecimento de cada uma das outras personalidades, o próprio ortónimo tornou-se apenas mais um heterónimo entre os outros. Os três heterónimos mais conhecidos (e também aqueles com maior obra poética) foram Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Alberto Caeiro. Um quarto heterónimo de grande importância na obra de Pessoa é Bernardo Soares, autor do Livro do Desassossego, importante obra literária do século XX. Bernardo é considerado um semi-heterónimo por ter muitas semelhanças com Fernando Pessoa e não possuir uma personalidade muito característica, ao contrário dos três primeiros, que possuem até mesmo data de nascimento e morte (excepção para Ricardo Reis, que não possui data de falecimento). Por essa razão, José Saramago, laureado com o Prémio Nobel, escreveu o livro O ano da morte de Ricardo Reis.
Através dos heterónimos, Pessoa conduziu uma profunda reflexão sobre a relação entre verdade, existência e identidade. Este último factor possui grande notabilidade na famosa misteriosidade do poeta.
Fernando Pessoa morreu de cirrose hepática aos 47 anos, na cidade onde nasceu. Sua última frase foi escrita em Inglês: "I know not what tomorrow will bring… " ("Não sei o que o amanhã trará").
“Com uma tal falta de gente coexistível, como há hoje, que pode um homem de sensibilidade fazer senão inventar os seus amigos, ou quando menos, os seus companheiros de espírito?”

Entre pseudónimos, heterónimos, semi-heterónimos, personagens fictícias e poetas mediúnicos, contam-se 72 nomes

»O poeta é um fingidor.


FERNANDO PESSOA
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.»
                              Fernando Pessoa

Origem: wikipédia, a enciclopédia livre

 Carminda


sábado, 11 de junho de 2011

Luís de Camões


Luis de Camões



Luís Vaz de Camões (Lisboa[?], c. 1524 — Lisboa, 10 de junho de 1580) foi um célebre poeta de Portugal, considerado uma das maiores figuras da literatura em língua portuguesa e um dos grandes poetas do Ocidente.
Pouco se sabe com certeza sobre a sua vida. Aparentemente nasceu em Lisboa,( hoje esta tese parece ultrapassada. Luis de Camões terá nascido no Norte de Portugal?) de uma família da pequena nobreza.(não pertencendo à nobreza. Nova teoria) Sobre a sua infância tudo é conjetura mas, ainda jovem, terá recebido uma sólida educação nos moldes clássicos, dominando o latim e conhecendo a literatura e a história antigas e modernas. Pode ter estudado na Universidade de Coimbra, mas a sua passagem pela escola não é documentada. Frequentou a corte de Dom João III, iniciou a sua carreira como poeta lírico e envolveu-se, como narra a tradição, em amores com damas da nobreza e possivelmente plebeias, além de levar uma vida boémia e turbulenta. Diz-se que, por conta de um amor frustrado, se auto exilou em África, alistado como militar, onde perdeu um olho em batalha. Voltando a Portugal, feriu um servo do Paço e foi preso. Perdoado, partiu para o Oriente. Passando lá vários anos, enfrentou uma série de adversidades, foi preso várias vezes, combateu bravamente ao lado das forças portuguesas e escreveu a sua obra mais conhecida, a epopeia nacionalista Os Lusíadas. De volta à pátria, publicou Os Lusíadas e recebeu uma pequena pensão do rei Dom Sebastião pelos serviços prestados à Coroa, mas nos seus anos finais parece ter enfrentado dificuldades para se manter.


Agora, com pobreza avorrecida,
Por hospícios alheios degradado;
Agora, da esperança já adquirida,
De novo, mais que nunca, derribado;
Agora às costas escapando a vida,
Que dum fio pendia tão delgado
Que não menos milagre foi salvar-se
Que para o Rei Judaico acrescentar-se.

Luis de Camões morreu muito pobre e deitado a um certo abandono. El-rei D. Sebastião nunca lhe deu valor, nem à sua Poesia. Este rei era muito jovem, não muito culto e acima de tudo narcisista, bastante ideota. Foi educado, de forma, a sentir-se um deus. Partiu para África convencido que a todos venceria. Voltava aclamado e adorado,"ainda mais do que já era". Por isso não deixou herdeiro ao trono. Potugal inicia após a sua morte, a entrada, para fazer parte do reino de Castela o que aconteceu durante 60 anos.
Logo após a  morte de Luis de Camões. a sua obra lírica foi reunida na coletânea Rimas, tendo deixado também três obras de teatro cómico. Enquanto viveu queixou-se várias vezes de alegadas injustiças que sofrera, e da escassa atenção que a sua obra recebia, mas pouco depois de falecer a sua poesia começou a ser reconhecida como valiosa e de alto padrão estético por vários nomes importantes da literatura europeia, ganhando prestígio sempre crescente entre o público e os conhecedores e influenciando gerações de poetas em vários países. Camões foi um renovador da língua portuguesa e fixou-lhe um duradouro cânone; tornou-se um dos mais fortes símbolos de identidade da sua pátria e é uma referência para toda a comunidade lusófona internacional. Hoje a sua fama está solidamente estabelecida e é considerado um dos grandes vultos literários da tradição ocidental, sendo traduzido para várias línguas e tornando-se objeto de uma vasta quantidade de estudos críticos.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
 
Os Lusíadas - Inês de Castro, de Luís Vaz de Camões






Tu só, tu, puro amor, com força crua
Que a fortuna não deixa durar muito
Que os corações humanos tanto obriga,
Deste causa à molesta morte sua,
Como se fora pérfida inimiga.
Se dizem, fero Amor, que a sede tua
Nem com lágrimas tristes se mitiga,
É porque queres, áspero e tirano,
Tuas aras banhar em sangue humano.


Estavas, linda Inês, posta em sossego
De teus anos colhendo doce fruito,
Naquele engano da alma ledo e cego,
Nos saudosos campos do Mondego,
De teus fermosos olhos nunca enxuito,
Aos montes ensinando e às ervinhas,

Tumulos de D. Pedro e Dona Inês no mosteiro
da Batalha Portugal - fot. carminda
O nome que no peito escrito tinhas.....




Os Lusíadas, obra de Camões, exemplificam o gênero épico na poesia portuguesa, entretanto oferecem momentos em que o lirismo se expande, humanizando os versos. O episódio de Inês de Castro, do qual o trecho acima faz parte, é considerado o ponto alto do lirismo camoniano inserido em sua narrativa épica.                                                                                 




OS LUSIADAS

 Caminda 10 de Junho de 2011

terça-feira, 7 de junho de 2011

festa da segurança socia, coimbra Rancho Folclórico da Casa do Povo de T...

TENTÚGAL NA FESTA DA SEGURANÇA SOCIAL EM COIMBRA DIA3-6-2011

TENTÚGAL

OS SEUS DOCES CONVENTUAIS E AS SUAS CANÇÕES TRADICIONAIS PORTUGUESAS

Designa-se por doçaria conventual os doces confeccionados nos conventos, caracterizados por serem, na sua maioria, compostos por grandes quantidades de açúcar e gemas de ovos.
A origem da doçaria conventual em Portugal terá origem no século XV. Terá sido neste período que o açúcar entrou na tradição gastronómica dos conventos. O principal adoçante até esta altura era o mel, sendo o açúcar um ingrediente vulgar. Com a colonização da Ilha da Madeira, o açúcar recebe uma atenção especial, sendo cultivada a cana-de-açúcar.
A lista de doces conventuais é extensa e abrange todas as regiões de Portugal. Saliente-se, ainda, que a confecção de um determinado doce pode variar consoante a região, e o convento de origem. Alguns exemplos: leite-creme, pudim, barriga-de-freira, rabanadas, ovos-moles, trouxas-de-ovos, fios de ovos, arroz-doce, toucinho-do-céu.

BEIRA LITORAL

Beira Litoral é uma antiga província (ou região natural) portuguesa, formalmente instituída por uma reforma administrativa havida em 1936. O seu território correspondia na sua maior parte ao da antiga Província do Douro desaparecida no século XIX.
As províncias de 1936, no entanto, praticamente nunca tiveram qualquer atribuição prática, e desapareceram do vocabulário administrativo (ainda que não do vocabulário quotidiano dos portugueses) com a entrada em vigor da Constituição de 1976.
Fazia fronteira a Norte com o Douro Litoral, a Este com a Beira Alta e a Beira Baixa, a Sudeste com o Ribatejo, a Sudoeste com a Estremadura e a Oeste com o Oceano Atlântico.
Era então constituída por 33 concelhos, integrando a maior parte dos distritos de Aveiro e Coimbra, metade do distrito de Leiria, e ainda um concelho do distrito de Santarém. Tinha a sua sede na cidade de Coimbra.
• Distrito de Aveiro: Águeda, Albergaria-a-Velha, Anadia, Arouca, Aveiro, Estarreja, Ílhavo, Mealhada, Murtosa, Oliveira de Azeméis, Oliveira do Bairro, Ovar, São João da Madeira, Sever do Vouga, Vagos, Vale de Cambra.
• Distrito de Coimbra: Arganil, Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Góis, Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Penacova, Penela, Poiares, Soure.
• Distrito de Leiria: Alvaiázere, Ancião, Batalha, Castanheira de Pêra, Figueiró dos Vinhos, Leiria, Pedrógão Grande, Pombal.
• Distrito de Santarém: Ourém.

Montemor-o-Velho

Montemor-o-Velho é uma vila portuguesa no Distrito de Coimbra, região Centro e sub-região do Baixo Mondego, com cerca de 2 900 habitantes. Situa-se a uma altitude média de 5 m acima do nível médio do mar.
É sede de um município com 228,62 km² de área e 24 950 habitantes (2006), subdividido em 14 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Cantanhede, a leste por Coimbra e por Condeixa-a-Nova, a sul por Soure e a oeste pela Figueira da Foz
Montemor-o-Velho é uma antiga vila cujos vestígios remontam à Pré-história, designadamente ao período Neolítico. Existem referências documentais ao seu castelo desde o século IX. Em 848, Ramiro I das Astúrias passou a dominar o castelo de Montemor, mas a reconquista definitiva do Mondego foi empreendida pelo Rei Fernando Magno de Leão, que entregou o castelo ao Conde Sesnando. Este castelo é bastante bonito de visitar, estando em bom estado de conservação. De lá se desfruta de uma bela vista sobre os arrozais do rio Mondego e restantes terrenos de cultivo.
A sua importância estratégica fez desta vila um pólo de atracção, tendo recebido o primeiro foral em 1212. Montemor foi ainda, durante séculos, terra de infantado, primeiro de D. Sancho e D. Teresa, depois de D. Afonso IV (1322), mas também de D. Pedro, Duque de Coimbra (1416). Em 1472, D. Afonso V faz Marquês de Montemor-o-Velho D. João de Portugal, mais tarde Duque de Bragança.

Tentúgal

Tentúgal é uma freguesia portuguesa do concelho de Montemor-o-Velho e paróquia da Diocese de Coimbra, com 34,48 km² de área e 2 275 habitantes (2001). Densidade: 66,0 hab/km².
Foi vila e sede de concelho até meados do século XIX.
Em Tentúgal foi criado um condado pelo rei D. João III, o Condado de Tentúgal.
Tentúgal é mais conhecida pelo famoso pastel de Tentúgal, doce tradicional de origem conventual.
Tentúgal não tem só os seus famosos pastéis, dos quais José Saramago dizia… cita: “Quando se come uma maravilha como esta deve-se por a mão a aparar para que nada se perca”
Tentúgal tem um passado Histórico muito rico que tenta não perder, ou que não fique no horizonte das nossas memórias, tem belos Monumentos, histórias de tempos difíceis, tem a sua música tradicional, que, pertence ao roteiro da Música Tradicional Portuguesa. Apresento um pequeno filme com uma bela canção da música tradicional Portuguesa: FUI AO MAR À LARANJA Pelo Grupo Folclórico da Casa do Povo de Tentúgal. Apresentada no Convívio da Segurança Social em Coimbra no dia 3-6-2011, onde também esteve presente a Universidade Apósenior de Coimbra.

Caminda   http://youtu.be/-GK-9QP6y4Y

domingo, 5 de junho de 2011

APOSENIOR COIMBRA


 
Prof. Leonor Mamede    totografia de:Mra. José

 
 
A Aposenior de Coimbra, Universidade Senior, realizou dia 4-6- 2011 no Hotel D. Lúis o Encerramento do Ano Lectivo. Foi servido um jantar ao qual se seguiu uma mostra de  actividades de alguns alunos da mesma. ex:
canto pelo grupo coral, poesia, musica: alunos da diciplina, exposição de pintura também de alunos, das disciplinas, obras de artesanato: rendas e bordados muito belos.

Aguns alunos da disciplina de dança  foto: de Mra José

       Como não podia deixar de ser, quero dar um relevo especial à apresentação da disciplina de: danças de salão, da qual faço parte. A nossa professora Dra. Leonor Mamede, assim como todos nós alunos, fizemos um grande esforço para estar presentes.
         Neste encerramento de Ano Lectivo 2011 só vi entusiasmo para o jantar e pouco, uma das mesas mais afastada da orquestra queixava-se que a mesma tocava muito alto. Como diz o provérbio: "Quem não aguenta festas não corre a foguetes". Depois muitos alunos desapareceram imediatamente após o mesmo, outros após a actuação do grupo coral, outros ainda após a sua própria apresentação. Não se fez qualquer referencia ás aulas de informática e tem muitos alunos.

Fotografia de Mra. José
                 Nota-se um certo individualismo? ou existencialismo? É estranho... já que todos os alunos desta Universidade, assim como de qualquer outra, deveriam ser culturalmente, independentes, para saberem Estar e saberem Ser. Como dizia a minha querida Avó: " Fica-te mundo cada vez para pior".
                                                Carminda

Dia Mundial do Ambiente


O Dia Mundial do Ambiente é celebrado a 5 de Junho, foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas na resolução 2994 (XXVII) de 15 de Dezembro de 1972 com a qual foi aberta a Conferência de Estocolmo, na Suécia, cujo tema central foi o Ambiente Humano

Fotografia de Carminda
 A conferência de Estocolmo, realizada entre os dias 5 a 16 de Junho de 1972 foi a primeira atitude mundial em tentar organizar as relações de Homem e Meio Ambiente. Na capital da Suécia, Estocolmo, a sociedade científica já detectava graves problemas futuros por razão da poluição atmosférica provocada pelas indústrias
No início da década de 1980, a ONU retomou o debate das questões ambientais. Indicada pela entidade, a primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland, chefiou a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, para estudar o assunto. O documento final desses estudos chamou-se Nosso Futuro Comum, também conhecido como Relatório Brundtland. Apresentado em 1987, propõe o desenvolvimento sustentável, que é “aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas necessidades”.
Fica muito claro, nessa nova visão das relações homem-meio ambiente, que não existe apenas um limite mínimo para o bem-estar da sociedade; há também um limite máximo para a utilização dos recursos naturais, de modo que sejam preservados

Fotografia de Carminda

Protocolo de Quioto

É consequência de uma série de eventos iniciada com a Conferencia de Toronto
Constitui-se no protocolo de um tratado internacional com compromissos mais rígidos para a redução da emissão dos gases que agravam o efeito estufa, considerados, de acordo com a maioria das investigações científicas, como causa antropogénicas do Discutido e negociado em Quioto no Japão em 1997, foi aberto para assinaturas em 11 de Dezembro de 1997 e ratificado em 15 de Março de 1999. Sendo que para este entrar em vigor precisou que 55% dos países, que juntos, produzem 55% das emissões, o ratificassem, assim entrou em vigor em 16 de Fevereiro de 2005, depois que a Rússia o ratificou em Novembro de 2004.
Por ele se propõe um calendário pelo qual os países-membros (principalmente os desenvolvidos) têm a obrigação de reduzir a emissão de gases do efeito estufa em, pelo menos, 5,2% em relação aos níveis de 1990 no período entre 2008 e 2012, também chamado de primeiro período de compromisso (para muitos países, como os membros da UE, isso corresponde a 15% abaixo das emissões esperadas para 2008).
As metas de redução não são homogéneas a todos os países, colocando níveis diferenciados para os 38 países que mais emitem gases. Países em franco desenvolvimento (como Brasil, México, Argentina e Índia) não receberam metas de redução, pelo menos momentaneamente. Se o Protocolo de Quioto for implementado com sucesso, estima-se que a temperatura global reduza entre 1,4°C e 5,8 °C até 2100,

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fotografia de carminda

sexta-feira, 3 de junho de 2011

CURSOS DA APOSENIOR - COIMBRA 2011


CURSOS DISPONIBILIZADOS PELA APOSÉNIOR EM 2011. ESTEJA ATENTO A NOVAS INFORMAÇÕES.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Para Todas as Crianças do Mundo /For all the World`s Chidren / Pour tous les Enfants du Monde





Era uma vez, lá na Judeia, um rei.

Feio bicho, de resto:
Uma cara de burro sem cabresto
E duas grandes tranças.
A gente olhava, reparava e via
Que naquela figura não havia

  Olhos de quem gosta de crianças.




E, na verdade, assim acontecia.
Porque um dia,
O malvado,
Só por ter o poder de quem é rei
Por não ter coração,
Sem mais nem menos,

COMO ÉS BELA E INOCENTE, MARIA,


DIA DA CRIANÇA

QUE O DIA DA CRIANÇA

NÃO SEJA APENAS UM DIA
PARA ASSIM TERES CONFIANÇA
E ACREDITES MARIA




QUE TU E DE MAIS CRIANÇAS
SEJAM SEMPRE E BEM AMADAS
NESTE MUNDO DE MUDANÇAS
NUNCA SEJAM  DESPREZADAS




SE EXISTIR ATITUDE
DO MELHOR PARA VÓS SER
TALVEZ O FUTURO MUDE
E VALHA A PENA CRESCER

POEMA DE  (VIRGILIO SÁ)


DAY OF THE CHILD



THE DAY OF THE CHILD
NOT JUST ONE DAY
SO TRUST FOR TERES
MARY AND BELIEVE


WHAT YOU AND MORE CHILDREN
ALWAYS BE WELL AND LOVED ONES
THIS WORLD OF CHANGE
NEVER BE DESPISED


IF YOU HAVE ATTITUDE
BE THE BEST FOR YOU
MAYBE THE FUTURE CHANGE
And worthwhile GROW


POEM (VIRGILIO SÁ)

JOURNEE DE L'ENFANT



 LA JOURNEE DE L'EN
PAS UN SEUL JOUR
SO D'AFFECTATION SPÉCIALE POUR TERES
MARY ET CROIRE


CE QUE VOUS enfants et plus
Toujours être bien et de leurs proches
Ce monde de changements
NE JAMAIS être méprisé


SI VOUS AVEZ ATTITUDE
Être le meilleur pour VOUS
PEUT-ETRE l'évolution future
Et la peine GROW

POEM (VIRGILIO SÁ)

Tag des Kindes

DER TAG DES KINDES
Nicht nur einen Tag
SO TRUST TERES
MARIA UND GLAUBEN

WAS SIE und mehr Kindern
IMMER GUT und Lieben BE
Diese Welt der CHANGE
NIE verachten


WENN SIE HALTUNG
BE THE BEST FOR YOU
VIELLEICHT Zukunft ändern
Und lohnt GROW

Gedicht (VIRGILIO SÁ)

Mandou matar quantos eram pequenos
Nas cidades e aldeias da nação.




Mas, por acaso ou milagre, aconteceu
Que, num burrinho pela areia fora,
                 Fugiu
Daquelas mãos de sangue um pequenito
Que o vivo sol da vida acarinhou; 
         E bastou                                                
Esse palmo de sonho
Para encher este mundo de alegria;
Para crescer, ser Deus;
E meter no inferno o tal das tranças,
Só porque ele não gostava de crianças.


Poema de ( Miguel Torga )



Once upon a time there in Judea, a king.


Ugly beast, indeed:
A guy without a donkey halter
And two big braids.
We watched, repaired and via
That that figure had not
Eyes of those who likes children.






And indeed, this was the case.
Because one day,
The evil,
Only by having the power who is king
Why not take heart,
No more, no less,
He killed as many as were small
In towns and villages in the nation.






But, by chance or miracle happened
That, by the sand off a donkey,
Fled
Those hands a little one blood
That the sun of life alive caressed;
And it was enough
This span of dream
To fill this world with joy;
To grow, to be God;
And get the hell of such braids,
Just because he did not like children.


Poem (Miguel Torga)
 
 


Il était une fois il y en Judée, un roi
Ugly bête, en effet:
Un gars sans licou âne
Et deux tresses grande.
Nous avons regardé, et réparé par
Ce chiffre qui n'avait pas
Yeux de ceux qui aime les enfants.




Et en effet, ce fut le cas.
Parce que un jour,
Le mal,
C'est seulement en ayant le pouvoir qui est le roi
Pourquoi ne pas prendre le cœur,
Ni plus, ni moins,
Il a tué le plus grand nombre étaient de petite taille
Dans les villes et villages de la nation.




Mais, par hasard ou par miracle s'est produit
Que, par le sable un âne,
Fui
Ces mains un peu du même sang
Que le soleil de la vie vivante caressé;
Et il a suffi
Cette durée de rêve
Pour remplir ce monde avec joie;
Pour se développer, d'être Dieu;
Et foutre le camp de ces tresses,
Tout simplement parce qu'il n'aimait pas les enfants.


                                                                                                                
Poème (Miguel Torga                                                       http://youtu.be/eUSLws1dCuo
                                                                                    Poetaderua  

1 de Junho (Dia Mundial da Criança e dos Direitos Humanos)
                                                  

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

domingo, 1 de maio de 2011

GATOS ESSES HISTÓRICOS SEDUTORES

"Os gatos sabem o momento em que seus donos vão acordar
 - e os despertam dez minutos antes." (Jim Davis)



zoya
 "O gato não pede amor. Nem depende dele. Mas,
quando o sente, é capaz de amar muito.
Um gato é um italiano educado na Inglaterra.
Sente como um italiano mas se comporta como um lorde inglês
                    ." (Artur da Távola)


"Quando faço brincadeiras com meu gato,
pergunto-me se ele não se diverte mais comigo do que eu com ele." (Michel de Montaigne)


Uma casa sem gato e como um aquário
sem peixe." (Jean-Louis Hue)







Zoya Pitanga
     SUMÁRIO

1- INTRODUÇÃO

2- REGRESSAR A CASA
3-METEOROLOGIA FELINA
4-ENIGMÁTICOS
5-TEMPO DE MORRER
6-OS PERIGOS EM CASA
7-LISTA DE PLANTAS TÓXICAS      
                                                 
8-OUTROS PERIGOs
9-Conclusão
10-bibiografia


1- INTRODUÇÃO

 Sexto sentido, sentido misterioso, desconhecido, inquietante… as definições usadas para indicar as faculdades ainda inexplicáveis de muitos animais e, em especial, do gato, são inúmeras.


Fala-se do sexto sentido porque, como se sabe, existem cinco sentidos principais: vista, ouvido, olfacto, paladar e tacto, embora se conheçam ainda outros, como o do equilíbrio. Atribuem-se assim ao sexto sentido todas aquelas capacidades, ainda parcialmente desconhecidas, que alguns animais possuem, como o sentido de orientação, telepatia, psicocinese, etc. Algumas destas faculdades, que até algum tempo atrás eram “ignoradas”, são hoje objecto de amplas análises e explicações: é o caso do sentido de orientação das aves e de outros animais migrantes. Outras capacidades ainda resistem à nossa compreensão, não obstante as investigações de cientistas e parapsicólogos



zoya a minha gatinha
 2- REGRESSAR A CASA


No que diz respeito aos gatos, a primeiro destas faculdades é a capacidade de regressar a casa. De vez em quando a imprensa relata uma espantosa aventura de um gato (ou de um cão) que percorreu centenas de quilómetros para regressar à casa onde vivia.

EXS:
Na Austrália um gato percorreu 2 400 quilómetros para regressar do “dono”que o perdera quando acampara. Disse o “dono”: “estava muito sujo e fraco mas, mal o chamei pelo nome, os seus olhos iluminaram-se e começou a ronronar”.
No seu livro l`âme dês animaux (a alma dos animais) o escritor Jean Prieur refere a surpreendente aventura da gata Amado, que apenas percorreu 25 quilómetros, mas cuja gesta não é menos excepcional, tendo em conta que era cega.
A gatinha pertencia a uma senhora idosa que, sentindo a morte próxima a entregara a uma amiga que vivia a 25 quilómetros de distância. Quinze dias depois, a “ex. Dona” da Amado ouviu um miado diante da porta da casa; correu a abrir a porta e lá estava a sua gatinha, que se encontrava em condições lamentáveis, magríssima, suja e com as patinhas ensanguentadas.
Estes exemplos são apenas alguns de entre muitos que levam a considerar que o gato possui a capacidade de voltar a encontrar o amigo (prefiro esta palavra a dono pois nenhum ser vivo é dono de outro ser vivo; (lembro que S. Francisco de Assis considerava os animais seus irmãos). Eu concordo plenamente com ele.
Os casos mais frequentes, o gato (ou cão) que regressa a casa será o de mais fácil explicação: o animal quer recuperar o amigo, impelido pela fome, inquietação, afecto, amor, amizade e ainda o desejo de recuperar tudo o que perdeu, aguça-lhe o sentido de orientação. Recorrendo a um método de aprendizagem de tentativas e erros, avançando mediante uma série de associações: visuais, olfactivas, acústicas ou de qualquer outro género, procura um som familiar, cheiros conhecidos, caminhos anteriormente percorridos. O gato põe em funcionamento a sua memória associativa. De indício em indício, desistindo de um lado retomando de outro, acaba por alcançar a meta que é muitas vezes um lugar onde nunca esteve ESPANTOSO

3- ENIGMÁTICOS

O Teósofo sueco Emanuel swedenborg (1688-1772) (teosofia: doutrina filosófico -religiosa que procura estudar Deus e as leis divinas que se manifestam no universo) afirmava que os animais (todos) eram governados por “campos de acção completamente desconhecidos para o homem”; defendendo a existência de um sexto sentido ainda desconhecido. De acordo com esta teoria, haveria uma espécie de comunicação telepática entre o gato e o seu “dono” que o guiaria, quando perdido, por meio de vibrações que este seria capaz de perceber.

Os Egípcios já acreditavam neste tipo de telepatia. Num papiro descoberto em Saqqâra pode ler-se: “quando tu pensas, ele (o gato) compreende-te, mesmo se os teus lábios não se moverem e a tua boca não pronunciar palavra ele lê em ti com o olhar dos deuses”. Alguns investigadores debruçaram-se sobre este aspecto; isto é, sobre a capacidade de transmissão de pensamento entre o homem e o gato, mas, ainda nada foi descoberto em concreto.

4-METEOROLOGIA FELINA

Outra das notórias capacidades do gato é a previsão do tempo. Segundo uma crença popular, se o gato na altura de se lavar, passa uma pata sobre uma das orelhas, é sinal de que chuvas (ou um temporal) se aproximam. Na realidade, julga-se que o gato fica nervoso porque a sua pele se carrega de electricidade e provoca pequenas descargas quando toca em qualquer objecto; por isso começa a arranhar os tecidos ou a trepar pelos reposteiros ou cortinas. Quando raspa o chão, indica a direcção de onde vai soprar o vento. Para anunciar bom tempo o gato ronrona e não esfrega o nariz durante a higiene. É claro que esta previsão á tão falível no gato como, de resto, o é no homem


5- TEMPO DE MORRER


O gato anuncia a sua própria morte? Sobre este tema efectuaram-se diversas observações mais ou menos válidas. Verificou-se que havia casos de morte de gatos que, no dia anterior, tinham pedido insistentemente carícias ao “dono”ou se tinham escondido durante muito tempo debaixo de um móvel.

Na sua Autobiografia (1948) o filosofo russo Nicolai Berdaiev conta que o seu gato Mourry, sentindo-se próximo do fim, se arrastou até ao quarto de uma pessoa gravemente doente, saltou sobre a cama e, de súbito, morreu.
O gato também poderia ser capaz de sentir a morte próxima de um ser humano; há quem afirme que os gatos acorrem ao leito dos moribundos.
Parece, além disso, que os gatos se acautelam quanto ao abandono definitivo que significa a morte e conhecem-se casos de gatos que se negaram a abandonar a tumba do “dono”.
O comportamento do gato é sempre extraordinário: é um universo ainda em grande parte inexplorada, mas extremamente interessante.

6-OS PERIGOS EM CASA




O gato possui um instinto de caça muito desenvolvido e isso torna-o um animal particularmente curioso. Para ele, qualquer coisa serve se pretexto para se transformar em caçador e explorar cada pedacinho do seu território, onde até o abjecto mais insignificante se pode converter numa potencial presa. É certo que por vezes a sua curiosidade lhe prega partidas. 

Infelizmente, muitos dos objectos que um gato pode descobrir numa casa podem representar um perigo: alguns podem provocar queimaduras; outros, cortes ou indisposições repentinas e mortais. Convém, pois, antes de se tornar “dono” de um gato, afastar as fontes de perigo para prevenir qualquer acidente. Quando adulto o gato torna-se na maioria das vezes mais tranquilo e razoável; mas só na aparência pois existem «avós» de 17 anos que conservam o espírito travesso e continuam a mordiscar qualquer coisa.
Entre as maiores tentações para um gatinho encontra-se tudo aquilo que tem o aspecto de uma corda ou o que, sendo fácil de apanhar com a boca, pode ser sacudido, mordiscado ou arrastado. Há que dizer que muitas vezes são os próprios “donos” dos animais que os incitam para estas brincadeiras, despertando a sua atenção para objectos pequenos atados a um cordel.
Por esta razão os fios eléctricos constituem uma presa ideal, já que é muito fácil para um gatinho mordiscar o plástico suave, com consequências que podem ser desastrosas: os cabos ficam à vista, tocam-se e o animal recebe uma descarga potencialmente mortífera. Para eliminar este tipo de perigos, os fios eléctricos devem ficar ocultos, atrás dos móveis, por exemplo. No caso disso não ser possível, e se o gatinho fica só, é melhor desligar a corrente geral para evitar um acidente. Mas também é aconselhável verificar de vez em quando os fios, até para evitar outro tipo de acidentes.
Não é aconselhável deixá-lo arrastar ou apanhar pedaços de cordel, elásticos e novelos de lã porque, enquanto brinca o gato pode enredar-se e ficar estrangulado ao tentar libertar-se.
Os sacos de supermercado são «sonoros» e que divertido é meter-se lá dentro!... Atenção, contudo ao risco de asfixia.
A cozinha é o lugar predilecto do gato, porque é neste espaço que vem tomar as suas refeições e onde se encontram cheiros tentadores que o levam a subir para os fogões para ver o que está a ser cozinhado. Ora fogões, fornos, bicos eléctricos ou a gás, podem provocar graves queimaduras. O mesmo se passa com os ferros eléctricos.
A porta aberta de uma máquina de levar constitui um convite irresistível para se esconder. Alguns gatos têm ficado fechados inadvertidamente com as previsíveis consequências; assim antes de meter a roupa no tambor, deve verificar se está vazio.
Alguns gatos conseguem abrir um frigorífico, para alem de poderem desaparecer bifes, peixe, queijo, etc. O gato pode ficar fechado lá dentro. Cuidado com o balde do lixo pois também atrai o gato, no seu interior podem encontrar-se objectos perigosos por exemplo: vidros, frascos com conteúdo perigoso, lixívia, medicamentos, detergentes etc.
A lareira é outro perigo: o gato pode ficar fascinado pelas fagulhas, ou pelo fumo que sobe, pelas brasas, aproxima-se demasiado e queima-se.
Se o gato vive em locais ou andares altos pode correr o risco de cair ou até atirar-se, sofrer uma queda que pode ter consequências muito graves. Mesmo se cai sem consequências, com o susto pode fugir e ter dificuldade em regressar a casa. Sofre-se o desgosto da perda de um verdadeiro amigo




zoya a minha gatinha
7-LISTA DE PLANTAS TÓXICAS


1º-Plantas cuja linfa ou cujo látex podem causar prurido nos olhos ou na pele:

- Aráceas (antúrio)
- Eufobiaceas
- Ficáceas (figueiras)
2º-plantas cujo contacto provoca dermatite alérgica:
- Apocináceas e Amarilidáceas (narciso, junquilho)
- Tilícias (tília de interior)
- Compostas (crisântemo)
-Primuláceas (prímula)
- Lilíaceas (túlipa, jacinto, sanseviéria)
3º-Plantas cuja ingestão provoca transtornos digestivos:
-Mimosa do Japão, cíclame, azevinho, rododendro, azálea, erva-moira
4º-Plantas cuja ingestão provoca outros transtornos:
-Transtornos renais graves: phlodendro, ficus
-Transtornos cardiovasculares: cíclame, agárico, rododendro,
-Transtornos nervosos: Amarilidáceas, campainha, agárico, mimosa do Japão, erva-moira



8-OUTROS PERIGOS

Qualquer objecto pontiagudo (agulhas, pregos, tesouras, etc) deve estar longe do alcance do gato. Pode ferir-se na boca ou, pior, engolir, arriscando-se a uma perfuração ou a uma oclusão intestinal gravíssima. Importa, pois, manter esses materiais longe do alcance do gato. Cuidado também com o secador da louça: os garfos, facas e outros materiais cortantes devem ser colocados longe do gato. Medicamentos à vista ou abertos são outro perigo, quer para crianças, quer para animais. A curiosidade característica do gato pode levá-lo a engoli-los, com consequências que vão de sintomas de mal-estar até aos de intoxicação, levando eventualmente à morte do animal.
Um animal de estimação (ou não) requer cuidados como qualquer outro e vivo.Eu tenho uma gatinha de seu nome “Zoya quero dizer que alguns dos problemas aqui descritos lhe aconteceram, por exemplo: saltou da varanda, felizmente nada lhe aconteceu, (é um 1º andar), cortou-se numa jarra ao cair junto com ela de um móvel, não fui com ela ao veterinário, porque sou enfermeira e prestei-lhe os cuidados necessários (não necessitou de cuidados especializados,) foi picada por uma abelha (na sua infância tinha um instinto de caça muito desenvolvido) tive de correr com ela para o veterinário ia fazendo um choque anafilático, perdeu-se por terras da aldeia onde eu nasci, (chorei até a encontrar) felizmente chegou a velhinha tem hoje 12 anos e está bem, apesar de ter passado por uma grande cirurgia devido a um tumor no útero. É a minha amiga fiel em todas as ocasiõe

Há outros produtos perigosos: lixívias, e detergentes, (o gato é atraído pelo cheiro da lixívia e de outros produtos perigosos) como este gosta de lavar as patas e o pêlo regularmente, pode ingerir assim produtos tóxicos que ficaram nas patinhas ou na pelagem. Sempre que há suspeita de que o gato ingeriu ou caminhou sobre substâncias venenosas deve levar-se ao veterinário: esperar para ver sintomas pode ser fatal.
Também quando o gato se diverte a revolver a terra que contém fertilizantes e desparasitantes, embora os danos sejam menores, o que é um facto é que depois da brincadeira vem a hora da lavagem e, ao lamber as patas, ingere esses produtos tóxicos.
Se o gato insiste nesta actividade de escavar (e é muito difícil dissuadi-lo), é melhor não ter plantas ou coloca-las fora do seu alcance.




9-Conclusão

Um animal de estimação (ou não) requer cuidados como qualquer outro ser vivo.


Eu tenho uma gatinha de seu nome “Zoya quero dizer que alguns dos problemas aqui descritos lhe aconteceram, por exemplo: saltou da varanda, felizmente nada lhe aconteceu, (é um 1º andar), cortou-se numa jarra ao cair junto com ela de um móvel, não fui com ela ao veterinário, porque sou enfermeira e prestei-lhe os cuidados necessários (não necessitou de cuidados especializados,) foi picada por uma abelha (na sua infância tinha um instinto de caça muito desenvolvido) tive de correr com ela para o veterinário ia fazendo um choque anafilático, perdeu-se por terras da aldeia onde eu nasci, (chorei até a encontrar) felizmente chegou a velhinha tem hoje 12 anos e está bem, apesar de ter passado por uma grande cirurgia devido a um tumor no útero. É a minha amiga fiel em todas as ocasiões.


      http://youtu.be/4R83_zGmi04    clike na URL e verá a Zoya Pitanga
                                                                              a  fazer a sua higiene diária

 10-BIBLIOGRAFIA 
 
GATOS; OS NOSSOS AMIGOS

Carminda Neves
Maio de 2011
FOTOGRAIAS DE; CARMINDA NEVES
GATINHA MODELO DAS FOTOGRAFIAS; ZOYA PITANGA