domingo, 1 de maio de 2011

GATOS ESSES HISTÓRICOS SEDUTORES

"Os gatos sabem o momento em que seus donos vão acordar
 - e os despertam dez minutos antes." (Jim Davis)



zoya
 "O gato não pede amor. Nem depende dele. Mas,
quando o sente, é capaz de amar muito.
Um gato é um italiano educado na Inglaterra.
Sente como um italiano mas se comporta como um lorde inglês
                    ." (Artur da Távola)


"Quando faço brincadeiras com meu gato,
pergunto-me se ele não se diverte mais comigo do que eu com ele." (Michel de Montaigne)


Uma casa sem gato e como um aquário
sem peixe." (Jean-Louis Hue)







Zoya Pitanga
     SUMÁRIO

1- INTRODUÇÃO

2- REGRESSAR A CASA
3-METEOROLOGIA FELINA
4-ENIGMÁTICOS
5-TEMPO DE MORRER
6-OS PERIGOS EM CASA
7-LISTA DE PLANTAS TÓXICAS      
                                                 
8-OUTROS PERIGOs
9-Conclusão
10-bibiografia


1- INTRODUÇÃO

 Sexto sentido, sentido misterioso, desconhecido, inquietante… as definições usadas para indicar as faculdades ainda inexplicáveis de muitos animais e, em especial, do gato, são inúmeras.


Fala-se do sexto sentido porque, como se sabe, existem cinco sentidos principais: vista, ouvido, olfacto, paladar e tacto, embora se conheçam ainda outros, como o do equilíbrio. Atribuem-se assim ao sexto sentido todas aquelas capacidades, ainda parcialmente desconhecidas, que alguns animais possuem, como o sentido de orientação, telepatia, psicocinese, etc. Algumas destas faculdades, que até algum tempo atrás eram “ignoradas”, são hoje objecto de amplas análises e explicações: é o caso do sentido de orientação das aves e de outros animais migrantes. Outras capacidades ainda resistem à nossa compreensão, não obstante as investigações de cientistas e parapsicólogos



zoya a minha gatinha
 2- REGRESSAR A CASA


No que diz respeito aos gatos, a primeiro destas faculdades é a capacidade de regressar a casa. De vez em quando a imprensa relata uma espantosa aventura de um gato (ou de um cão) que percorreu centenas de quilómetros para regressar à casa onde vivia.

EXS:
Na Austrália um gato percorreu 2 400 quilómetros para regressar do “dono”que o perdera quando acampara. Disse o “dono”: “estava muito sujo e fraco mas, mal o chamei pelo nome, os seus olhos iluminaram-se e começou a ronronar”.
No seu livro l`âme dês animaux (a alma dos animais) o escritor Jean Prieur refere a surpreendente aventura da gata Amado, que apenas percorreu 25 quilómetros, mas cuja gesta não é menos excepcional, tendo em conta que era cega.
A gatinha pertencia a uma senhora idosa que, sentindo a morte próxima a entregara a uma amiga que vivia a 25 quilómetros de distância. Quinze dias depois, a “ex. Dona” da Amado ouviu um miado diante da porta da casa; correu a abrir a porta e lá estava a sua gatinha, que se encontrava em condições lamentáveis, magríssima, suja e com as patinhas ensanguentadas.
Estes exemplos são apenas alguns de entre muitos que levam a considerar que o gato possui a capacidade de voltar a encontrar o amigo (prefiro esta palavra a dono pois nenhum ser vivo é dono de outro ser vivo; (lembro que S. Francisco de Assis considerava os animais seus irmãos). Eu concordo plenamente com ele.
Os casos mais frequentes, o gato (ou cão) que regressa a casa será o de mais fácil explicação: o animal quer recuperar o amigo, impelido pela fome, inquietação, afecto, amor, amizade e ainda o desejo de recuperar tudo o que perdeu, aguça-lhe o sentido de orientação. Recorrendo a um método de aprendizagem de tentativas e erros, avançando mediante uma série de associações: visuais, olfactivas, acústicas ou de qualquer outro género, procura um som familiar, cheiros conhecidos, caminhos anteriormente percorridos. O gato põe em funcionamento a sua memória associativa. De indício em indício, desistindo de um lado retomando de outro, acaba por alcançar a meta que é muitas vezes um lugar onde nunca esteve ESPANTOSO

3- ENIGMÁTICOS

O Teósofo sueco Emanuel swedenborg (1688-1772) (teosofia: doutrina filosófico -religiosa que procura estudar Deus e as leis divinas que se manifestam no universo) afirmava que os animais (todos) eram governados por “campos de acção completamente desconhecidos para o homem”; defendendo a existência de um sexto sentido ainda desconhecido. De acordo com esta teoria, haveria uma espécie de comunicação telepática entre o gato e o seu “dono” que o guiaria, quando perdido, por meio de vibrações que este seria capaz de perceber.

Os Egípcios já acreditavam neste tipo de telepatia. Num papiro descoberto em Saqqâra pode ler-se: “quando tu pensas, ele (o gato) compreende-te, mesmo se os teus lábios não se moverem e a tua boca não pronunciar palavra ele lê em ti com o olhar dos deuses”. Alguns investigadores debruçaram-se sobre este aspecto; isto é, sobre a capacidade de transmissão de pensamento entre o homem e o gato, mas, ainda nada foi descoberto em concreto.

4-METEOROLOGIA FELINA

Outra das notórias capacidades do gato é a previsão do tempo. Segundo uma crença popular, se o gato na altura de se lavar, passa uma pata sobre uma das orelhas, é sinal de que chuvas (ou um temporal) se aproximam. Na realidade, julga-se que o gato fica nervoso porque a sua pele se carrega de electricidade e provoca pequenas descargas quando toca em qualquer objecto; por isso começa a arranhar os tecidos ou a trepar pelos reposteiros ou cortinas. Quando raspa o chão, indica a direcção de onde vai soprar o vento. Para anunciar bom tempo o gato ronrona e não esfrega o nariz durante a higiene. É claro que esta previsão á tão falível no gato como, de resto, o é no homem


5- TEMPO DE MORRER


O gato anuncia a sua própria morte? Sobre este tema efectuaram-se diversas observações mais ou menos válidas. Verificou-se que havia casos de morte de gatos que, no dia anterior, tinham pedido insistentemente carícias ao “dono”ou se tinham escondido durante muito tempo debaixo de um móvel.

Na sua Autobiografia (1948) o filosofo russo Nicolai Berdaiev conta que o seu gato Mourry, sentindo-se próximo do fim, se arrastou até ao quarto de uma pessoa gravemente doente, saltou sobre a cama e, de súbito, morreu.
O gato também poderia ser capaz de sentir a morte próxima de um ser humano; há quem afirme que os gatos acorrem ao leito dos moribundos.
Parece, além disso, que os gatos se acautelam quanto ao abandono definitivo que significa a morte e conhecem-se casos de gatos que se negaram a abandonar a tumba do “dono”.
O comportamento do gato é sempre extraordinário: é um universo ainda em grande parte inexplorada, mas extremamente interessante.

6-OS PERIGOS EM CASA




O gato possui um instinto de caça muito desenvolvido e isso torna-o um animal particularmente curioso. Para ele, qualquer coisa serve se pretexto para se transformar em caçador e explorar cada pedacinho do seu território, onde até o abjecto mais insignificante se pode converter numa potencial presa. É certo que por vezes a sua curiosidade lhe prega partidas. 

Infelizmente, muitos dos objectos que um gato pode descobrir numa casa podem representar um perigo: alguns podem provocar queimaduras; outros, cortes ou indisposições repentinas e mortais. Convém, pois, antes de se tornar “dono” de um gato, afastar as fontes de perigo para prevenir qualquer acidente. Quando adulto o gato torna-se na maioria das vezes mais tranquilo e razoável; mas só na aparência pois existem «avós» de 17 anos que conservam o espírito travesso e continuam a mordiscar qualquer coisa.
Entre as maiores tentações para um gatinho encontra-se tudo aquilo que tem o aspecto de uma corda ou o que, sendo fácil de apanhar com a boca, pode ser sacudido, mordiscado ou arrastado. Há que dizer que muitas vezes são os próprios “donos” dos animais que os incitam para estas brincadeiras, despertando a sua atenção para objectos pequenos atados a um cordel.
Por esta razão os fios eléctricos constituem uma presa ideal, já que é muito fácil para um gatinho mordiscar o plástico suave, com consequências que podem ser desastrosas: os cabos ficam à vista, tocam-se e o animal recebe uma descarga potencialmente mortífera. Para eliminar este tipo de perigos, os fios eléctricos devem ficar ocultos, atrás dos móveis, por exemplo. No caso disso não ser possível, e se o gatinho fica só, é melhor desligar a corrente geral para evitar um acidente. Mas também é aconselhável verificar de vez em quando os fios, até para evitar outro tipo de acidentes.
Não é aconselhável deixá-lo arrastar ou apanhar pedaços de cordel, elásticos e novelos de lã porque, enquanto brinca o gato pode enredar-se e ficar estrangulado ao tentar libertar-se.
Os sacos de supermercado são «sonoros» e que divertido é meter-se lá dentro!... Atenção, contudo ao risco de asfixia.
A cozinha é o lugar predilecto do gato, porque é neste espaço que vem tomar as suas refeições e onde se encontram cheiros tentadores que o levam a subir para os fogões para ver o que está a ser cozinhado. Ora fogões, fornos, bicos eléctricos ou a gás, podem provocar graves queimaduras. O mesmo se passa com os ferros eléctricos.
A porta aberta de uma máquina de levar constitui um convite irresistível para se esconder. Alguns gatos têm ficado fechados inadvertidamente com as previsíveis consequências; assim antes de meter a roupa no tambor, deve verificar se está vazio.
Alguns gatos conseguem abrir um frigorífico, para alem de poderem desaparecer bifes, peixe, queijo, etc. O gato pode ficar fechado lá dentro. Cuidado com o balde do lixo pois também atrai o gato, no seu interior podem encontrar-se objectos perigosos por exemplo: vidros, frascos com conteúdo perigoso, lixívia, medicamentos, detergentes etc.
A lareira é outro perigo: o gato pode ficar fascinado pelas fagulhas, ou pelo fumo que sobe, pelas brasas, aproxima-se demasiado e queima-se.
Se o gato vive em locais ou andares altos pode correr o risco de cair ou até atirar-se, sofrer uma queda que pode ter consequências muito graves. Mesmo se cai sem consequências, com o susto pode fugir e ter dificuldade em regressar a casa. Sofre-se o desgosto da perda de um verdadeiro amigo




zoya a minha gatinha
7-LISTA DE PLANTAS TÓXICAS


1º-Plantas cuja linfa ou cujo látex podem causar prurido nos olhos ou na pele:

- Aráceas (antúrio)
- Eufobiaceas
- Ficáceas (figueiras)
2º-plantas cujo contacto provoca dermatite alérgica:
- Apocináceas e Amarilidáceas (narciso, junquilho)
- Tilícias (tília de interior)
- Compostas (crisântemo)
-Primuláceas (prímula)
- Lilíaceas (túlipa, jacinto, sanseviéria)
3º-Plantas cuja ingestão provoca transtornos digestivos:
-Mimosa do Japão, cíclame, azevinho, rododendro, azálea, erva-moira
4º-Plantas cuja ingestão provoca outros transtornos:
-Transtornos renais graves: phlodendro, ficus
-Transtornos cardiovasculares: cíclame, agárico, rododendro,
-Transtornos nervosos: Amarilidáceas, campainha, agárico, mimosa do Japão, erva-moira



8-OUTROS PERIGOS

Qualquer objecto pontiagudo (agulhas, pregos, tesouras, etc) deve estar longe do alcance do gato. Pode ferir-se na boca ou, pior, engolir, arriscando-se a uma perfuração ou a uma oclusão intestinal gravíssima. Importa, pois, manter esses materiais longe do alcance do gato. Cuidado também com o secador da louça: os garfos, facas e outros materiais cortantes devem ser colocados longe do gato. Medicamentos à vista ou abertos são outro perigo, quer para crianças, quer para animais. A curiosidade característica do gato pode levá-lo a engoli-los, com consequências que vão de sintomas de mal-estar até aos de intoxicação, levando eventualmente à morte do animal.
Um animal de estimação (ou não) requer cuidados como qualquer outro e vivo.Eu tenho uma gatinha de seu nome “Zoya quero dizer que alguns dos problemas aqui descritos lhe aconteceram, por exemplo: saltou da varanda, felizmente nada lhe aconteceu, (é um 1º andar), cortou-se numa jarra ao cair junto com ela de um móvel, não fui com ela ao veterinário, porque sou enfermeira e prestei-lhe os cuidados necessários (não necessitou de cuidados especializados,) foi picada por uma abelha (na sua infância tinha um instinto de caça muito desenvolvido) tive de correr com ela para o veterinário ia fazendo um choque anafilático, perdeu-se por terras da aldeia onde eu nasci, (chorei até a encontrar) felizmente chegou a velhinha tem hoje 12 anos e está bem, apesar de ter passado por uma grande cirurgia devido a um tumor no útero. É a minha amiga fiel em todas as ocasiõe

Há outros produtos perigosos: lixívias, e detergentes, (o gato é atraído pelo cheiro da lixívia e de outros produtos perigosos) como este gosta de lavar as patas e o pêlo regularmente, pode ingerir assim produtos tóxicos que ficaram nas patinhas ou na pelagem. Sempre que há suspeita de que o gato ingeriu ou caminhou sobre substâncias venenosas deve levar-se ao veterinário: esperar para ver sintomas pode ser fatal.
Também quando o gato se diverte a revolver a terra que contém fertilizantes e desparasitantes, embora os danos sejam menores, o que é um facto é que depois da brincadeira vem a hora da lavagem e, ao lamber as patas, ingere esses produtos tóxicos.
Se o gato insiste nesta actividade de escavar (e é muito difícil dissuadi-lo), é melhor não ter plantas ou coloca-las fora do seu alcance.




9-Conclusão

Um animal de estimação (ou não) requer cuidados como qualquer outro ser vivo.


Eu tenho uma gatinha de seu nome “Zoya quero dizer que alguns dos problemas aqui descritos lhe aconteceram, por exemplo: saltou da varanda, felizmente nada lhe aconteceu, (é um 1º andar), cortou-se numa jarra ao cair junto com ela de um móvel, não fui com ela ao veterinário, porque sou enfermeira e prestei-lhe os cuidados necessários (não necessitou de cuidados especializados,) foi picada por uma abelha (na sua infância tinha um instinto de caça muito desenvolvido) tive de correr com ela para o veterinário ia fazendo um choque anafilático, perdeu-se por terras da aldeia onde eu nasci, (chorei até a encontrar) felizmente chegou a velhinha tem hoje 12 anos e está bem, apesar de ter passado por uma grande cirurgia devido a um tumor no útero. É a minha amiga fiel em todas as ocasiões.


      http://youtu.be/4R83_zGmi04    clike na URL e verá a Zoya Pitanga
                                                                              a  fazer a sua higiene diária

 10-BIBLIOGRAFIA 
 
GATOS; OS NOSSOS AMIGOS

Carminda Neves
Maio de 2011
FOTOGRAIAS DE; CARMINDA NEVES
GATINHA MODELO DAS FOTOGRAFIAS; ZOYA PITANGA

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Dia da Terra

Ficheiro:Earth flag PD.jpgO Dia da Terra foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril.

Tem por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.
[editar] HistóriaO evento foi a culminação de uma série de tendências que começaram nos anos 50 em que os cientistas começaram notar como a industrialização impactava o ecossistema da Terra. Então, em 1962, o livro inovador de Rachel Carson “Silent Spring”, que documentou os efeitos dos inseticidas no ambiente, causou uma sensação internacional e conduziu-a eventualmente à proibição do DDT nos Estados Unidos.
Em 1970, a preocupação com o crescimento populacional, a fome em massa, a poluição do ar e da água o grupo se uniu num movimento para apoiar um ambiente mais limpo e saudável.
Tudo isto e mais está no filme “Earth Days”, que foi mostrado em PBS’American Experience em 19 de Abril dirigido por Robert Stone o filme mostra não somente como o movimento verde começou, mas os sucessos e falhas desde o dia seminal em 1970.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.





sábado, 19 de março de 2011

DIA DO PAI 2011 19 DE MARÇO

                                                                       Coimbra, 19 de Março de 2011
Meu Pai; quem me dera saber se há uma vida para alem da morte, assim teria a certeza que a sua protecção não me abandonaria, tal como a tive enquanto esteve nesta vida. Lembro-me de tantas coisas, que aconteceram quando cá estava, umas boas! Outras nem tanto!

  MEU PAI COM 40? ANOS
Lembro-me de quando ainda muito pequenina, me levava pela mão quando, algumas vezes ia tratar de negócios. O Primo Augusto fazia-me festas na cabeça, eu ficava muito envergonhada, eh, eh! O Primo Abel, da Estação, sentava-me numa cadeira a comer bolachas. O Sr. Coelho, que tinha uma taberna, também para os lados da Estação, sentava-me num banco muito alto, de balcão, e dava-me rebuçados, depois voltávamos para casa
Lembro-me do meu exame da 4ª classe, quando lhe pedi a chorar que fosse ver as minhas notas, chamou-me medricas, foi vê-las e veio de lá a rir a dizer que tinha ficado aprovada. Também me lembro que fomos almoçar fora os dois, à "taberna" da “tia Maria gata", (hoje o restaurante o gato) na Lousã, convem lembrar que somos de Serpins, não é meu Pai? Lembro-me de tanta coisa!....
Lembro-me da sua morte, foi um dia tão amargo, tão triste, tão medonho!
Um dos dias mais tristes da minha vida. Porque sabe, meu Pai? Há outros dias tristes na minha vida, mas, isso agora não importa. Hoje é dia do Pai e desejo que seja feliz lá nesse mundo desconhecido para nós que ainda estamos vivos
                                                
                     "Querido meu  Pai descanse em paz lá no Céu eternamente
                     e viva eu cá na  terra sempre triste"
                      sua filha   Minda                                     

quarta-feira, 16 de março de 2011

CONVÍVIO DA APÓSENIOR 12 DE MARÇO 2011

A Universidade Apósenior da cidade de Coimbra terra que deu origem à cultura Portuguesa desde a sua fundação

Não esqueçamos que a sua universidade teve origem no colégio de Santa Cruz ou Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra Ordem de S. Domingos ou Dominicanos, que, detinham o poder do ensino em Portugal
Construído no local denominado por "banhos reais", por fundação régia de Dom arquitecto de origem francesa e inserem-se no segundo período do românico coimbrão ou Afonso Henriques. As obras foram planeadas por mestre Roberto, afonsino.
Em 28 de Julho de 1131 a pedra fundamental da igreja é lançada por Dom Afonso Henriques e benzida por Dom Bernardo.
Em 7 de Janeiro de 1228 a primitiva Cruz é sagrada pelo bispo sabinense Dom João que veio a este reino como "legado a Latere". Não resta quase nada desta primeira construção. Por bastantes vezes, Coimbra é chamada de "Cidade do Conhecimento" principalmente por ter uma das mais antigas e prestigiadas universidades da Europa – a Universidade de Coimbra (UC) é a herdeira do Estudo Geral solicitado ao Papa pelo Rei D. Dinis e por um conjunto de prelados portugueses em 1288, e que viria a obter confirmação pontifícia em 1290, tendo-se estabelecido inicialmente em Lisboa. Após uma itinerância atribulada entre Lisboa e Coimbra durante os séculos XIII e XIV, a universidade viria a estabelecer-se estavelmente em Coimbra em 1537, tendo o Rei D. João III cedido o próprio paço real para as instalações. Estas instalações foram adquiridas pela Universidade no reinado de Filipe I, sendo desde então conhecidas por Paço das Escolas. Nos dias correntes, a Universidade de Coimbra tem aproximadamente 21 000 alunos, contando com alguns dos mais selectivos e exigentes programas académicos do país, um elevado número de unidades de investigação acreditadas, e tendo cerca de 10% de alunos estrangeiros de 70 nacionalidades diferentes, sendo assim a mais internacional das universidades portuguesas
Continuando a minha descrição a Universidade Apósenior de Coimbra, que existe há cerca de 5 anos, não esqueceu essa tradição do saber e organizou uma instituição onde são ministradas várias disciplinas desse mesmo saber ex: Literatura, História, Inglês, Informática, Pintura, Dança etc.
No dia 12 de Março de 11 reuniu, todos os seus alunos para um convívio, onde foram apresentadas pelos mesmos; vários temas correspondentes às disciplinas que frequentam: Assim tivemos; música, teatro, cantares, ex: fado danças de salão ex: valsa, tango, salsa, quisomba, etc.
A festa convívio foi um sucesso, um grande encontro de amizade e alegria para todos os presentes.

UM GRANDE ABRAÇO
                                    CARMINDA NEVES                                                 

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               http://www.youtube.com/watch?v=rq41JcF2duQ             

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

DIFERENÇA ENTRE SOFTWARE E HARDWARE

Software significa um qualquer programa que se instala no nosso PC ex:   ABOBE, PICASA, FOTO SHOP, por outro lado hardware significa tudo aquilo que posso conectar / adicionar ao meu PC. Estes componentes dividem- se em 2 categorias IN PUT(entrada) AUT PUT (saída) ex: TECLADO,(entrada) IMPRESSORA- (saída)

domingo, 9 de janeiro de 2011

Universidade de Coimbra

A Universidade de Coimbra GCSE (sigla: UC) é uma universidade localizada na cidade de Coimbra, em Portugal. É uma das universidades mais antigas ainda em operação na Europa e no mundo, a mais antiga de seu País e uma de suas maiores instituições de ensino superior e de pesquisa.

A sua história remonta ao século seguinte ao da própria fundação da nação portuguesa, dado que foi criada no século XIII, em 1290, mais especificamente a 1 de março, quando foi assinado em Leiria, por D. Dinis, o documento Scientiae thesaurus mirabilis, o qual criou a própria Universidade e pediu ao Papa a confirmação.
Organizada em oito faculdades diferentes, de acordo com uma variedade de campos de conhecimento, a Universidade oferece todos os graus académicos em arquitetura, educação, engenharia, humanidades, direito, matemática, medicina, ciências naturais, psicologia, ciências sociais e desportos.
A Universidade de Coimbra possui aproximadamente 20 mil estudantes, abrigando uma das maiores comunidades de estudantes internacionais em Portugal, sendo a sua universidade mais cosmopolita[2].
Além disso, é o membro-criador do chamado Grupo Coimbra, uma rede de universidades europeias cujo objetivo é a colaboração académica entre elas.
A bula do Papa Nicolau IV, datada de 9 de agosto de 1290, reconheceu o Estudo Geral, com as faculdades de Artes, Direito Canónico, Direito Civil e Medicina, reservando-se a Teologia aos conventos Dominicanos e Franciscanos.

A universidade, inicialmente instalada na zona do actual Largo do Carmo, em Lisboa, foi transferida para Coimbra, para o Paço Real da Alcáçova, em 1308. Voltou em 1338 para Lisboa, onde permaneceu até 1354, ano em que regressou para Coimbra. Ficou nesta cidade até 1377 e voltou de novo para Lisboa neste ano.
Permaneceu na Capital portuguesa até 1537, data em que foi transferida definitivamente para Coimbra, por ordem de D. João III.
A Universidade recebeu os seus primeiros estatutos em 1309, com o nome Charta magna privilegiorum. Os segundos estatutos foram outorgados no ano de 1431, durante o reinado de D. João I, com disposições sobre a frequência, exames, graus, propinas e ainda sobre o traje académico
Já no reinado de D. Manuel I, em 1503, a Universidade recebeu os seus terceiros estatutos, desta vez com considerações sobre o reitor, disciplinas, salários dos mestres, provas académicas e cerimónia do ato solene de doutoramento.

Desde o reinado de D. Manuel I, todos os Reis de Portugal passaram a ter o título de «Protectores» da Universidade, podendo nomear os professores e emitir estatutos.
O poder real, bastante mais centralizado a partir de D. João II, criava uma dependência da Universidade em relação ao Estado e à Política, pelo que a preponderância dos Estudos Jurídicos se estabeleceu em Portugal.
A 27 de Dezembro de 1559, no reinado de D. Sebastião), Baltazar de Faria fez a entrega dos Quartos Estatutos, nos quais se determinou que o reitor fosse eleito pelo Claustro, disposição essa nem sempre foi cumprida pelo poder régio. Nesse mesmo ano, a 1 de Novembro, tinha sido solenemente aberta a Universidade de Évora, entregue aos Jesuítas.
Em 1591, de Madrid, vieram os Sextos Estatutos (os quintos foram deixados de lado, nunca tendo entrado em vigor) e foram apresentados em Claustro no ano seguinte. Determinava-se que a Universidade indicasse três nomes para o cargo reitoral, escolhendo o rei um deles.
No reinado de D. João V, João Frederico Ludovice terá feito o risco para a Torre da Universidade de Coimbra e portal da Biblioteca . Xavier da Costa ao citar os monumentos da era joanina, falando da Biblioteca (1716 - 1725 ), e da Torre ( 1728 - 1733 ), diz que não será injustificado atribuírem-se os seus projectos a Ludovice . Aludindo o parentesco que encontramos entre o Pórtico da mesma Biblioteca e o Portal da Capela Octogonal do Senhor das Barrocas em Aveiro . As mísulas laterais em que se apoiam os arcos, as colunas jónicas, os frisos têm um ar de parentesco nos dois pórticos, muito diferentes, porem no coroamento, pois o de Aveiro, com os seus frontões, um entrecortado outro partido, reúne uma decoração escultórica que prova grande influencia dos artistas entalhadores e dos lavrantes da pedra e ourivesaria. Não será despropositado lembrar também o nome ou a influência de Ludovice, ao citar a porta do Antigo colégio de São Jerónimo, em Coimbra, de frontão muito ondulado e partido, apoiado sobre “ gaines” - uma espécie de scabellum ou de pedestais esguios que substituem as colunas - esteios que Borromini já empregara e que o arquitecto de Mafra também aplicou na janela central do segundo andar do seu palácio de Lisboa em S.Pedro de Alcântara, concluído em 1747 . ( História de Portugal - Edição Monumental da Portucalense Editora, - Damião Peres - de Eleutério Cerdeira ) .

A Torre da Universidade de Coimbra, tem 33,5 metros de altura, constitui o emblema tradicional de Coimbra . Começou a construir-se em 1728 e foi terminada em 1733 . No topo sobre o relógio, abre-se um miradouro do qual se desfruta uma panorâmica esplendorosa da cidade e do vale do Mondego . Nesta Torre está colocada, entre outros sinos, a célebre « cabra », que marcava as horas do despertar e do recolher dos estudantes .
No reinado de D. José I, a Universidade sofreu uma profunda alteração. Em 28 de Junho de 1772 o rei ratifica os novos estatutos (Estatutos Pombalinos), que marcam o início da Reforma. Esta manifestava, sobretudo, um grande interesse pelas ciências da natureza e pelas ciências do rigor, que tão afastadas se encontravam do ensino universitário.
Em 1836 dá-se a fusão da Faculdade de Cânones e de Leis na Faculdade de Direito, e que veio a contribuir fortemente para a construção do novo aparelho legal liberalista.
Em 1911, a Universidade recebe novos estatutos com o objectivo de criar uma certa autonomia administrativa e financeira e criava também um sistema de bolsas para fazer aumentar o número de alunos no ensino superior.
Foi criada a Faculdade de Letras, que herdou as instalações da extinta Faculdade de Teologia, enquanto as Faculdades de Matemática e de Filosofia (criadas na Reforma Pombalina) eram convertidas na Faculdade de Ciências.
Com o 25 de Abril de 1974 inicia-se um novo período da vida portuguesa e universitária, que foi alvo de várias reformas para acompanhar a nova dinâmico política. Em 1989 são publicados os estatutos que estão actualmente em vigor.

Durante os seus mais de sete séculos de existência, a Universidade, hoje uma instituição de referência, foi crescendo, primeiro por toda a Alta de Coimbra e depois um pouco por toda a cidade, encontrando-se actualmente ligada a gestação de ciência e tecnologia e à difusão de cultura portuguesa no mundo.
Continuando a manter o renome de outros tempos, é, de um modo geral, indiscutível a qualidade do ensino na Universidade de Coimbra dentro do muito fragmentado panorama nacional de ensino superior. No que toca, por exemplo à Faculdade de direito (FDUC), é de notar o relatório de avaliação externa das Faculdades de Direito Portuguesas, tendo a FDUC ficado no mais alto lugar do pódium no que toca ao ensino das leis (ex-equo com a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa). Todas as 8 faculdades têm cursos e departamentos geralmente considerados de excelência a nível nacional, e nalguns casos internacional. A UC tem consistentemente ficado classificada entre as 3 melhores universidades de língua portuguesa.
Hoje, a Universidade de Coimbra conta com oito Faculdades (Letras, Direito, Medicina, Ciências e Tecnologia, Farmácia, Economia, Psicologia e Ciências da Educação, Ciências do Desporto e Educação Física) e cerca de 22 mil alunos.

Actualmente, a Universidade espalha-se por três grandes pólos:
A alta universitária, Pólo I, onde se situam a reitoria e os serviços administrativos, partilhando o edifício histórico da Universidade com a Faculdade de Direito. Ainda na Alta Universitária, situam-se as Faculdades de Letras e de Psicologia, bem como os Departamentos de Ciências da Vida, Química, Física, Geologia e Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCTUC). Completam o conjunto o edifício da Biblioteca Geral e Arquivo.
O Pólo II, ou Pólo de Engenharia, onde se situam os departamentos de engenharia da FCTUC.
 O Pólo III, ou Pólo de Ciências da Saúde, onde se situam os cursos da área médica, assim como alguns laboratórios de investigação associados.

A Faculdade de Economia, situada num palacete da Avenida Dias da Silva, está afastada dos outros 3 pólos, e foi criada em 1972.

Traje académico


O traje académico é a indumentária cerimonial usada por estudantes e professores universitários e ainda existe em algumas universidades tradicionais
Capa e Batina em Portugal é considerado o uniforme do estudante universitário. Deriva das vestes eclesiásticas e, desde sempre, é composto pela batina e capa. Este facto realça o pioneirismo da Igreja no Ensino. De facto, foi o clero que, até ao século XVIII, teve a primazia do ensino ao povo, no qual a Companhia de Jesus teve papel preponderante a partir do século XV. Hoje em dia o seu uso é regulamentado pela Praxe académica

O traje surgiu em Coimbra como forma de distinguir o foro académico das demais classes e ofícios (ver em ligação externa). Existem, portanto, um conjunto de regras de elaboração e utilização do traje que descrevem especificamente as características da calça ou saia, camisa, laço ou gravata, colete, batina, capa, sapatos.
 Capa e batina
O traje académico actual, também apelidado de "capa e batina", é composto por uma batina, que foi reduzida a uma casaca (copiada das vestes burguesas), colete, gravata preta, camisa branca, calças simples, sapatos simples, e por uma capa, que deverá tocar no chão, quando colocada sobre os ombros, sem dobras. Esta é a indumentária reservada aos homens, que também podem usar um gorro simples, sem borla. As senhoras, em vez da batina, usam um casaco pela cinta, mas não cintado, uma camisa branca, uma saia travada e abaixo do joelho, meias compridas, pretas e não opacas, sapatos simples, e uma capa igual à dos homens. As origens do traje académico masculino remontam ao século XVI, embora o actual modelo provenha das vestes burguesas de finais do século XIX e inícios do XX, quando estas substituíram o traje talar. O traje feminino surgiu na Universidade do Porto, quando em 1937 o Coral do Orfeão Universitário do Porto passou a apresentar naipes femininos. O traje feminino foi então criado com meias transparentes, como ainda ostentam as Orfeonistas
Ao final dos estudos está geralmente associado o "rasganço" de toda a indumentária académica, com excepção da capa e da pasta académica, que assim acompanham o resto da vida do antigo estudante. Hoje em dia, são raros os estudantes que fazem, de facto, o "rasganço", devido ao peso sentimental atribuído ao traje, no final do curso. Dá-se, então, um "rasganço" simbólico, usando-se apenas a capa (se assim o desejar) - esta é a indumentária mais característica dos Veteranos, os alunos com mais matrículas do que as necessárias para terminar o curso. Aos rapazes rasga-se a roupa toda com excepção dos colarinhos, punhos, capa e gravata. Às moças rasga-se apenas e só o que se não rasgou aos rapazes, isto é, os colarinhos, punhos, laço ou gravata e meias, a capa também não se lhes rasga.

Fitas
O uso da pasta académica só é permitido a partir do momento em que se deixa de ser caloiro e se passa a pastrano: a partir da Queima das fitas do ano da 1ª matrícula na Universidade. Contudo, o aspecto que a ela está mais associado são as Fitas. Estas são impostas ao estudante antes de este iniciar o último ano do seu curso. São oito fitas ao todo, da cor do curso de cada estudante, identificando-o como um Quintanista. Esta tradição remonta a meados do século XIX, quando as pastas eram compostas por duas partes independentes, e que eram mantidas unidas com recurso a estas fitas.
A "Queima das Fitas" tem as suas origens nas celebrações que se faziam aquando o final dos cursos, onde os Finalistas queimavam as suas fitas dentro de um penico. Tal como o "rasganço", aplicado ao traje académico, a "Queima das Fitas" é também um momento de despedida da vida de estudante. Terá sido iniciada em Coimbra, e é actualmente um dos maiores acontecimentos do calendário académico, em todas as cidades universitárias do paí
 História
Apesar de hoje em dia se apresentar uniformizado, o traje académico nem sempre foi como se conhece hoje. O traje deriva das vestes dos clérigos, os quais vestiam conforme as sua condição e posses.

Os antigos estatutos da Universidade de Coimbra não obrigavam o uso do traje, mas proibiam, porém, o uso de certas cores e condicionavam alguns traços do corte.
Dos estatutos de D. Manuel I:
«Não poderão os sobreditos nem outros alguns estudantes trazer barras nem debruns de pano em vestido algum; nem isso mesmo poderão trazer vestido algum de pano frizado; nem poderão trazer barretes de outra feição senão redondos; e assim hei por bem que os pelotes e aljubetes que houverem de trazer sejam de comprido três dedos abaixo do joelho ao menos; e assim não poderão trazer capas algumas de capelo, somente poderão trazer lobas abertas ou cerradas ou mantéus sem capelo; não trarão golpes nem entretalhos nas calças nem trarão lavor branco nem de cor alguma em camisas nem lenços.»[1]
Na obra de Luís Cyrne de Castro, Tempos Idos, refere-se que seria em 1645 que D. João IV iria confirmar os estatutos da Universidade, que vigoraram até 1772, sendo reformulados na sequência da reforma Pombalina.
Porém, é no século XIX que o traje académico sofre maiores alterações, instaurando uma polémica, ao ponto do reitor se impor e decretar medidas extremas. Com base em relatos da época por Antão de Vasconcelos[2] nota-se que a batina evoluiu do tornozelo ao joelho. Porém, nos finais do século as transformações seriam ainda maiores. Como Ramalho Ortigão salienta, a calça vestia-se agora comprida, dado que até aí se usava o calção pelo joelho e meia preta. Por épocas da implantação da república a própria batina começa a sofrer a maior e mais atroz modificação, que a descaracterizou por completo: foi reduzida à condição de casaco comprido com lapelas de seda à moda, perdendo os tradicionais botões que a fechavam desde o pescoço até aos joelhos. Com efeito, num contexto social e político fortemente anticlerical, os detractores do traje conseguiram impor um modelo de traje baseado nas roupagens burguesas, conseguindo abolir a secular tradição do "hábito talar". Com isto as únicas peças mais antigas e pouco inalteradas do trajar estudantil em Coimbra são o gorro (que caíu em desuso) e a capa - a qual apenas se manteve por resistência dos estudantes que nela depositavam o imaginário colectivo dos romances de capa e espada, já que os anticlericais até a capa pretendiam ver proibida. Apesar da nova configuração, o casaco jamas deixou de ser apelidado (mesmo que erradamente) de batina.

É, em 1957, com a publicação do primeiro Código da Praxe Académica que o traje passa a ser uniformizado.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

NATAL

NATAL

A celebração do natal perde-se nos tempos. Já era celebrado antes do nascimento de Jesus Cristo.
   Os Sumérios, os Persas, os Caldeus, os Babilónios e também o Império Romano celebravam o Natal no dia 25 de Dezembro que eles consideravam como o dia do renascimento do sol.
   Desde o solstício do verão que, acontece no mês de Junho, o sol que eles consideravam um deus, vinha desaparecendo do planeta terra todos os dias alguns minutos. Ora isto dá-se até ao solstício de Inverno que acontece em Dezembro e que eles celebravam precisamente no dia 25 do mesmo mês, considerado o dia mais pequeno do ano e também o dia em que eles achavam que o sol renascia ou começava a renascer novamente. Era o começo de uma nova vida que, ia culminar com todo o seu esplendor no equinócio da Primavera que, acontece em Março dia 21 ou 22. O dia é igual à noite. Então nesse dia eles celebravam a Pascoa. PASSAGEM. O sol vai surgindo sempre com mais vida e esplendor até 21 de Junho.
     Os Judeus não celebram o Natal, nem nunca celebraram, eram e são um povo monoteísta e nunca consideraram o sol um deus, mas, celebram a Pascoa como o dia em que foram libertados do cativeiro no Egipto, por Moisés. Passagem da escravidão para a liberdade.
     Quando nasceu Jesus Cristo e a religião Cristã se começou a expandir, os Cristãos começaram a comemorar o dia 25 de Dezembro como a data do seu Nascimento, embora não se saiba ao certo qual foi esse Dia. Os Cristãos consideram Jesus Cristo o Sol. O seu DEUS, que veio ao mundo Nascido do homem para salvar a humanidade.
    O Cristianismo é uma Religião monoteísta.
   Hoje em todo o mundo Ocidental, ou melhor em todo o mundo Cristão se celebra o Natal em 25 de Dezembro, considerando este dia, como o dia do renascimento para uma nova vida.
   A contagem do tempo faz-se a partir do dia do Nascimento de Cristo, estamos no ano de 2010 isso quer dizer que Jesus Cristo nasceu no ano 0 (zero) desta era.
     Em todo o mundo Cristão se celebra o Natal com grandes festejos (por vezes exagerados) A maioria das Gentes não lembra que neste dia também há: guerra, fome, frio, racismo, separação, abandono, tristeza, amargura que, neste dia (como em todos os outros) morrem milhares de pessoas vítimas da indiferença e consentimento de povos e governantes que têm o dever de não permitir que tal possa acontecer. Nesta época em que tanto dinheiro é atirado para o submundo do colapso social, moral e ético, há Crianças que são vítimas inocentes de: ganância, vícios, egoísmo, violência, ignorância. Falo de crianças, mas, o mesmo se passa com todos os outros seres vivos, principalmente idosos e animais e digo animais porque são os grandes esquecidos. Os povos e governos. Principalmente os Cristãos não lembram que S. Francisco de Assis lhes chamava seus irmãos. Ora isso é um sinal de que lhe devemos respeito, amor e amizade, porque eles dão tudo isto e nada pedem em troca: O silêncio dos inocentes, reclama justiça.
   Eu sou Cristã, a personagem que mais admiro na História é Jesus Cristo, independentemente de ele ser ou não o FILHO DE DEUS. Acredito que seja.

           Carminda Neves, Natal de 2010


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

ADVENTO

O Advento (do latim Adventus: "chegada", do verbo Advenire: "chegar a") é o primeiro tempo do Ano litúrgico, o qual antecede o Natal. Para os cristãos, é um tempo de preparação e alegria, de expectativa, onde os fiéis, esperando o Nascimento de Jesus Cristo, vivem o arrependimento e promovem a fraternidade e a Paz. No calendário religioso este tempo corresponde às quatro semanas que antecedem o Natal

Origem


A primeira referência ao "Tempo do Advento" é encontrada na Espanha, quando no ano 380, o Sínodo de Saragoça prescreveu uma preparação de três semanas para a Epifania, data em que, antigamente, também se celebrava o Natal. Na França, Perpétuo, bispo de Tours, instituiu seis semanas de preparação para o Natal e, em Roma, o Sacramentário Gelasiano cita o Advento no fim do século V.
Há relatos de que o Advento começou a ser vivido entre os séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal.
No final do século IV na Gália (atual França) e na Espanha, tinha caráter ascético com jejum, abstinência e duração de 6 semanas como na Quaresma (quaresma de S. Martinho). Este caráter ascético para a preparação do Natal se devia à preparação dos catecumenos para o batismo na festa da Epifania.
Somente no final do século VII, em Roma, é acrescentado o aspecto escatológico do Advento, recordando a segunda vinda do Senhor e passou a ser celebrado durante 5 domingos.
Só mais tarde é que o Advento passou a ser celebrado nos seus dois aspectos: a vinda definitiva do Senhor e a preparação para o Natal, mantendo a tradição das 4 semanas. A Igreja entendeu que não podia celebrar a liturgia, sem levar em consideração a sua essencial dimensão escatológica.
Surgido na Igreja Católica, este tempo passou também para as igrejas reformadas, em particular à Anglicana, à Luterana, e à Metodista, dentre várias outras. A igreja Ortodoxa tem um período de quarenta dias de jejum em preparação ao Natal

O tempo do advento e suas características


O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor, como uma noiva que se enfeita, se prepara para a chegada de seu noivo, seu amado.
O Advento começa às vésperas do Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro e vai até as primeiras vésperas do Natal de Jesus contando quatro domingos.
Esse tempo possui duas características: Nas duas primeiras semanas, a nossa expectativa se volta para a segunda vinda definitiva e gloriosa de Jesus Cristo, Salvador e Senhor da história, no final dos tempos. As duas últimas semanas, dos dias 17 a 24 de Dezembro, visam em especial, a preparação para a celebração do Natal, a primeira vinda de Jesus entre nós. Por isto, o Tempo do Advento é um tempo de piedosa e alegre expectativa. Uma das expressões desta alegria é o canto das chamada "Antífonas do Ó".

As figuras do advento


 Isaías
Isaías é o profeta que, durante os tempos difíceis do exílio do povo eleito, levava a consolação e a esperança. Na segunda parte do seu livro, dos capítulos 40 - 55 (Livro da Consolação), anuncia a libertação, fala de um novo e glorioso êxodo e da criação de uma nova Jerusalém, reanimando assim os exilados.
As principais passagens deste livro são proclamadas durante o tempo do Advento num anúncio perene de esperança para os homens de todos os tempos. Ele que no capítulo 7 do seu livro já anuncia a vinda do Senhor

 João Batista
É o último dos profetas e segundo o próprio Jesus, "mais que um profeta", "o maior entre os que nasceram de mulher", o mensageiro que veio diante d'Ele a fim de lhe preparar o caminho, anunciando a sua vinda (Lc 7, 26 - 28), pregando aos povos a conversão, pelo conhecimento da salvação e perdão dos pecados (Lc 1, 76s).
A figura de João Batista ao ser o precursor do Senhor e aponta como presença já estabelecida no meio do povo, encarna todo o espírito do Advento. Por isso ele ocupa um grande espaço na liturgia desse tempo, em especial no segundo e no terceiro domingo.
João Batista é o modelo dos que são consagrados a Deus e que, no mundo de hoje, são chamados a também ser profetas e profetisas do reino, vozes no deserto e caminho que sinaliza para o Senhor, permitindo, na própria vida, o crescimento de Jesus e a diminuição de si mesmo, levando, por sua vez os homens a despertar do torpor do pecado.

José
Nos textos bíblicos do Advento, se destaca José, esposo de Maria, o homem justo e humilde que aceita a missão de ser o pai adotivo de Jesus. Ao ser da descendência de Davi e pai legal de Jesus, José tem um lugar especial na encarnação, permitindo que se cumpra em Jesus o título messiânico de "Filho de Davi".

José é justo por causa de sua fé, modelo de fé dos que querem entrar em diálogo e comunhão com Deus.

A celebração do advento

O Advento deve ser celebrado com sobriedade e com discreta alegria. Não se canta o Glória, para que na festa do Natal, nos unamos aos anjos e entoemos este hino como algo novo, dando glória a Deus pela salvação que realiza no meio de nós. Pelo mesmo motivo, o diretório litúrgico da CNBB orienta que flores e instrumentos sejam usados com moderação, para que não seja antecipada a plena alegria do Natal de Jesus.
Os paramentos litúrgicos(casula, estola, dalmática, pluvial, cíngulo, etc) são de cor roxa, bem como o véu que recobre o ambão, a bolsa do corporal e o véu do cálice; como sinal de recolhimento e conversão em preparação para a festa do Natal. A única exceção é o terceiro domingo do Advento, Domingo Gaudete ou da Alegria, cuja cor tradicionalmente usada é a rósea, em substituição ao roxo, para revelar a alegria da vinda do Salvador que está bem próxima. Também os altares são ornados com rosas cor-de-rosa. O nome de Domingo Gaudete refere-se à primeira palavra do intróito deste dia, que é tirado da segunda leitura que diz: "Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito, alegrai-vos, pois o Senhor está perto"(Fl 4, 4). Também é chamado "Domingo mediano", por marcar a metade do Tempo do Advento, tendo analogia com o quarto domingo do Tempo da Quaresma, chamado Laetare.
No período do Advento são montados o Presépio, a Árvore de Natal e a Coroa do Advento.
http://youtu.be/aZyieqkZKrY « clique na URL e ouvirá a magnificat

pt.wikipedia.org/wiki/Advento

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Guilhermina Suggia

VIDA

Guilhermina Augusta Xavier de Medin Suggia nasceu a 27 de junho de 1885 no Porto, filha de Elisa Augusta Xavier e Augusto Jorge de Medin Suggia (de ascendência italiana e espanhola).

O pai foi violoncelista no Real Teatro de São Carlos e professor no Conservatório de Música de Lisboa. No seio deste ambiente familiar Guilhermina terá começado a estudar música aos 5 anos, tendo seu pai como primeiro professor. A sua primeira aparição pública verificou-se quando tinha sete anos de idade, em Matosinhos.
Guilhermina ao violoncelo e a sua irmã Virgínia (3 anos mais velha) ao piano, eram convidadas para actuar no seio cultural portuense. Com apenas 13 anos, Guilhermina era violoncelista principal da Orquestra da Cidade do Porto, tocando também com o quarteto de cordas Bernardo Moreira de Sá. Em 1898, o pai consegue que ela tenha umas aulas com o famoso violoncelista Catalão Pablo Casals, que nesse Verão actuava no casino de Espinho. Durante várias semanas Guilhermina e seu pai fazem os 16 quilómetros de comboio que separam a cidade do Porto da de Espinho, transportando o violoncelo e as partituras           Em Março de 1901 as duas irmãs actuaram no Palácio Real de Lisboa. Com 15 anos apenas, Guilhermina respondeu a uma interpelação da rainha Dona Amélia sobre qual seria o sonho da sua vida, dizendo que gostaria de aperfeiçoar os seus conhecimentos musicais no estrangeiro.

Uns meses depois a coroa portuguesa concedeu-lhe uma bolsa para estudar no local da sua eleição, o que possibilitou a ida, acompanhada pelo pai, para o conservatório de Leipzig, Alemanha, onde iria aprender com Julius Klengel, violoncelista da famosa Gewandhaus Orquestra dirigida por Arthur Nikisch, em Novembro de 1901. A vida de pai e filha em Leipzig era extremamente difícil pois a bolsa cobria os custos com as aulas e a estadia de Guilhermina mas não de seu pai nem das despesas acessórias que iam sendo necessárias.

Família de poucos recursos, rapidamente a situação financeira se foi degradando, com a irmã mais velha, pianista até então já conhecida, a sacrificar a sua carreira futura para sustentar irmã e pais, dando aulas particulares de piano a um grupo de alunos. Com 20 anos, Virgínia providenciava o sustento da família sendo a única que trazia proventos e que financiava todo aquele investimento na irmã. Apesar da agudização da situação financeira, o regresso de Guilhermina foi adiado sucessivamente até à sua apresentação histórica no concerto comemorativo do aniversário da orquestra Gewandhaus em 26 de Fevereiro de 1903. Tinha apenas 17 anos. Nunca um intérprete tão jovem havia actuado com a orquestra, muito menos como solista e menos ainda do sexo feminino. O êxito foi total e, face aos pedidos do público, o maestro pediu-lhe que repetisse toda a actuação. Começava aqui o seu sucesso internacional

ObraGuilhermina revolucionou o instrumento em técnica, posição e sonoridade.


Abriu as portas profissionais do violoncelo às mulheres, até então quase fechadas. De facto, o considerável gasto de energia exigido para manejar a envergadura do violoncelo, acrescido do facto de as boas maneiras da época obrigarem a colocar o instrumento de um ou outro lado do corpo obrigando a uma significativa contorção do dorso, tornavam o instrumento ainda mais inacessível às executantes femininas.(Note-se que ainda em 1930 o violoncelo era tido como um instrumento indecoroso para as mulheres, sendo então proibida a contratação de violoncelistas mulheres pela própria orquestra da BBC).

Para Suggia, o violoncelo é o mais extraordinário de todos os instrumentos, considerando-o ela o único que tem a possibilidade de suster um baixo por um longo período e a possibilidade de cantar uma melodia praticamente em qualquer registo. Porém, para que se revele a substância musical do violoncelo, é preciso que a técnica não seja estudada apenas como destreza, mas que tenda sempre para a música. "A técnica é necessária como veículo de expressão e quanto mais perfeita a técnica, mais livre fica a mente para interpretar as ideias que animaram o compositor". Guilhermina Suggia, "The Violoncello" in Music and Letters, nº 2, vol. I, Londres, Abril de 1920, 106.

Em 1923 o pintor galês Augustus John haveria de deixar na tela[2][3] [5] para a posteridade um pouco da fibra e da atitude interpretativa de Guilhermina Suggia durante as suas actuações. Conforme o próprio relatou, durante as sessões no seu atelier, Suggia tocava Bach. É divino o momento que capta o pintor. Coloca-lhe, por isso, um fantástico vestido vermelho.
Suggia tocava todos os importantes concertos da época para violoncelo e orquestra – os concertos de Haydn, Elgar, Saint-Saëns, Schumann, Eugen d'Albert, Dvořák

DISCOS

Em 78 rotações:

1924 de peças de Jean Baptiste Senaillé e David Popper
1928 de um concerto de Haydn, uma sonata de Sammartini, uma Suíte de Bach e uma Elegia de Fauré, com um orquestra não especificada dirigida por John Barbirolli
1946 uma gravação do concerto de Lalo com a Orquestra Sinfónica de Lisboa dirigida por Pedro de Freitas Branco
Em CD:
2004 CD Guilhermina Suggia plays Haydn, Max Bruch, Lalo, na etiqueta Dutton (CDBP9748), U.K.,.[4]


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre



http://youtu.be/drFbtUhfzu4   klique na URL ouvirá o violoncelo
 de Guilhermina Suggia
 

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO

No dia 25 de Março de 1646, D. João IV fez uma cerimónia solene, em Vila Viçosa, para agradecer a Nossa Senhora o que lhe concedera. Dirigiu-se à igreja de Nossa Senhora da Conceição, que declarou padroeira e rainha de Portugal.

A partir dessa data, mais nenhum rei português usou coroa na cabeça, por se considerar que só a virgem tinha esse direito. Nos quadros onde aparecem reis ou rainhas, a coroa está pousada ao lado, sobre uma mesa, num tamborete ou almofada de cetim.

A Imaculada Conceição é segundo o dogma católico, a concepção da Virgem Maria sem mancha ("mácula" em latim) do pecado original. O dogma diz que, desde o primeiro instante de sua existência, a Virgem Maria foi preservada por Deus, da falta de graça santificante que aflige a humanidade, porque ela estava cheia de graça divina. Também professa que a Virgem Maria viveu uma vida completamente livre de pecado.[1]

A festa da Imaculada Conceição, comemorada em 8 de dezembro, foi definida como uma festa universal em 1476 pelo Papa Sisto IV. A Imaculada Conceição foi solenemente definida como dogma pelo Papa Pio IX em sua bula Ineffabilis Deus em 8 de Dezembro de 1854. A Igreja Católica considera que o dogma é apoiado pela Bíblia (por exemplo, Maria sendo cumprimentada pelo Anjo Gabriel como "cheia de graça"), bem como pelos escritos dos Padres da Igreja, como Irineu de Lyon e Ambrósio de Milão.[2][3] Uma vez que Jesus tornou-se encarnado no ventre da Virgem Maria, era necessário que ela estivesse completamente livre de pecado para poder gerar seu Filho
Na sua Constituição Apostólica Ineffabilis Deus (8 de dezembro de 1854), que definiu oficialmente a Imaculada Conceição como dogma, o Papa Pio IX recorreu principalmente para a afirmação de Gênesis 3:15, onde Deus disse: "Eu Porei inimizade entre ti e a mulher, entre sua descendência e a dela", assim, segundo esta profecia, seria necessário uma mulher sem pecado, para dar a luz à Cristo, que reconciliaria o homem com Deus. O verso "Tu és toda formosa, meu amor, não há mancha em ti" (na Vulgata: "Tota pulchra es, amica mea, et macula non est in te"[5]), no Cântico dos Cânticos (4,7) é usado para defender a Imaculada Conceição, outros versos incluem:

"Também farão uma arca de madeira incorruptível; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio, e de um côvado e meio a sua altura." (Êxodo 25:10-11)
"Pode o puro[Jesus]Vir dum ser impuro? Jamais!"(Jó 14:4)

"Assim, fiz uma arca de madeira incorruptível, e alisei duas tábuas de pedra, como as primeiras; e subi ao monte com as duas tábuas na minha mão." (Deuteronômio 10:3)
Outras traduções para a palavras incorruptível ("Setim" em hebraico) incluem "acácia", "indestrutível" e "duro" para descrever a madeira utilizada. Moisés usou essa madeira porque era considerada muito durável e "incorruptível". Maria é considerada a Arca da Nova da Aliança (Apocalipse 11:19) e, portanto, a Nova Arca seria igualmente "incorruptível" ou "imaculada

Islão
A pureza de Maria do pecado desde o momento de seu nascimento também é atestada no Islã. Alguns dos títulos marianos no Islã realçam este fato:
Tahirah: significa "Aquela que foi purificada" (Alcorão 3:42). De acordo com um hadith, o Diabo não tocou em Maria quando ela nasceu, portanto, ela não chorou (Nisai 4:331).
Mustafia: significa "Ela, que foi escolhida". O Alcorão declara: "Ó Maria! Por certo Deus te escolheu e te purificou, e te escolheu sobre todas as outras mulheres dos mundos" (Alcorão 3:42). Deus escolheu a Virgem Maria entre todas as mulheres do mundo para um plano divino.
Nur: Uma das passagens mais importantes, Maria foi chamada de Nur (Luz) e Umm Nur (a mãe da Luz). O verso da Luz, também contém os símbolos virginal do cristal, a estrela, a árvore abençoada de oliva e óleo, que segundo os muçulmanos, referem-se a pureza de Maria

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.