sexta-feira, 19 de novembro de 2010

FERNÃO LOPES Iº HISTORIADOR PORTUGUÊS

Não se sabe onde nasceu Fernão Lopes, nem a data do seu nascimento.Terá nascido numa cidade marítima, porque, nas suas obras descreve muito bem a vida do Mar
O sofrimento da cidade de Lisboa durante a revolução de 1385 é descrito com tal intensidade, nas suas crónicas, que leva o leitor a fazer parte da sua narração. Isto é: ele, o leitor quase vê com seus próprios olhos os acontecimentos que se estão a passar, pois transporta-os ao presente.
Quando li a crónica de D. João I, na minha Adolescência, fui transportada para a obra como, se fosse uma personagem da mesma. Eu vivi toda aquela revolução, como se estivesse lá dentro e naquele Época. Obrigada Fernão Lopes pelo teu “realismo e veracidade”
Foi Guarda Mor da Torre do Tombo (Arquivo Nacional) que se situava, naquela época e durante ainda muitos anos, numa torre do Castelo de S. Jorge em Lisboa Capital de Portugal.
Em 1419 já assinava os documentos do reino, teria nessa altura 30 anos. Tinha um filho que era médico pessoal do Infante D. Henrique e que morreu em Tanger. Por isso se supõe que terá nascido entre 1380/ 1390.
Algumas das suas obras:
HISTÓRIA DE UMA REVOLUÇÃ
CRÓNICA DE D. PEDRO I
CRÓNICA DE D. FERNANDO I
CRÓNAS DE: D. JOÃO I 1ª PARTE
2ªPARTE
3ªPARTE. Esta foi-lhe retirada por Zurara que a assinou, mas quem conhece a narração de um e de outro, não se deixa enganar. A 3ª parte da Crónica de D. João I continua a ser uma obra prima da Literatura Portuguesa. O que não é o caso das obras que se tem a certeza, foram escritas por Zurara. Fernão Lopes é único
Carminda Neves
 FONTE: PRO. DR. JOSÉ HERMANO SARAIVA                                                        

Ocupa, entre a série dos cronistas gerais do Reino, um lugar de destaque, quer como artista quer pela sua maneira de interpretar os factos sociais. Fernão Lopes poderá ter nascido entre 1378 e 1390, aproximadamente [carece de fontes?], visto que em 1418 já ocupava funções públicas de responsabilidade (era Guarda-mor das escrituras da Torre do Tombo[1]). Pertencia portanto à geração seguinte à que viveu o cerco de Lisboa e na batalha de Aljubarrota. A guerra com Castela acabou em 1411, pelo que Fernão Lopes pôde ainda acompanhar a sua fase, e conhecer pessoalmente alguns dos seus protagonistas, como D. João I, Nuno Álvares Pereira, os cidadãos de Lisboa que se rebelaram contra D. Leonor Teles e elegeram o Mestre de Avis seu defensor em comício popular, alguns dos procuradores às Cortes de Coimbra de 1385 que, apoiando o Dr.. João das Regras declararam o trono vago e, chamando a si a soberania, elegeram um novo rei e fundaram uma nova dinastia.


Profissionalmente, Fernão Lopes era um tabelião, provavelmente de origem viloa, mesteiral, porque contava um sapateiro na família de sua mulher. Foi empregado da família real e da corte, escrivão de D. Duarte, ainda infante, do rei D. João I, e do infante D. Fernando, em cuja casa ocupou o importante posto de «escrivão da paridade», que correspondia ao cargo de maior confiança pessoal concedido pela alta nobreza. A partir de 1418 aparece a desempenhar as funções de Guarda-mor da Torre do Tombo, encarregado de guardar e conservar os arquivos do Estado, lugar de confiança da Corte. Como prémio dos seus serviços, recebeu o título de «vassalo de El-rei», carta de nobreza atribuída então com certa liberalidade a membros das classes não nobres. Em 1454 foi reformado do cargo de Guarda-mor da Torre do Tombo devido à sua idade. Ainda vivia em 1459, segundo atesta um documento de transmissão de sua herança.

Durante este longo período de actividade, Fernão Lopes atravessou os reinados de D. João I, D. Duarte, o governo de D. Pedro, e parte do reinado de D. Afonso V. Conheceu muitas alterações políticas e sociais. Ao rei eleito e popular, D. João I, viu suceder um rei mais dominado pela aristocracia, D. Duarte; viu crescer o poder feudal dos filhos de D. João I, e com ele o predomínio da nobreza, que saíra gravemente abalada da crise da independência. Assistiu à guerra civil subsequente à morte de D. Duarte, à insurreição de Lisboa contra a rainha viúva D. Leonor, e à eleição do infante D. Pedro por esta cidade, e em seguida pelas cortes, para o cargo de Defensor e Regedor do Reino, em circunstâncias muito parecidas com as que tinham levado o mestre de Avis ao mesmo cargo e seguidamente ao trono em 1383-1385. Assistiu depois à reacção do partido da nobreza, à queda do infante D. Pedro, à sua morte na sangrenta batalha de Alfarrobeira, à perseguição e dispersão dos seus partidários, ao triunfo definitivo da nobreza, no reinado. Foi testemunha do início da expansão ultramarina e teve a sua quota parte no desastre militar de Tânger, por causa da morte de seu filho médico do infante D. Fernando, que veio a morrer em cativeiro, em Marrocos.

Fernão Lopes viveu uma das épocas mais perturbadas da história de Portugal, cheia de ensinamentos para o historiador. A carreira de Fernão Lopes como historiador é provavelmente a mais longa do que há pouco se supôs, pois é provável que já em 1419 realizasse por encargo do então infante D. Duarte a compilação e redacção de uma crónica geral do reino de Portugal. Só em 1434, porém, aparece oficialmente encarregado pelo rei D. Duarte de relatar as histórias dos reis anteriores e os feitos do rei D. João I, pelo qual seria remunerado com uma pagamento anual. Após a morte deste rei o Regente D. Pedro, em nome de D. Afonso V, confirma Fernão Lopes na mesma incumbência, mantendo-lhe o salário. Em 1449, pouco antes da batalha de Alfarrobeira, ainda recebe um pagamento de D. Afonso V pelos seus trabalhos historiográficos, mas já nessa época entrara em actividade um outro cronista, Gomes Eanes de Zurara. A última obra em que Fernão Lopes trabalhou, a Crónica de D. João I, embora monumental, ficou incompleta e foi continuada por Zurara (a Crónica estava dividida em 3 partes das quais Fernão Lopes só pode escrever as duas primeiras).

Origem “wikipédia”, a enciclopédia livre


ANO DE 2010

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

zoya pitanga 2010 021.MOV- GATOS

O gato (Felis silvestris catus), também conhecido como gato caseiro, gato urbano ou gato doméstico, é um animal da família dos felídeos, muito popular como animal de estimação. Ocupando o topo da cadeia alimentar, é um predador natural de diversos animais, como roedores, pássaros, lagartixas e alguns insetos.A primeira associação com os humanos da qual se tem notícia ocorreu há cerca de 9.500 anos, mas a domesticação dessa espécie oriunda do continente africano[1][2] é muito mais antiga. Seu mais primitivo ancestral conhecido é o Miacis, mamífero que viveu há cerca de 40 milhões de anos, no final do período Paleoceno, e que possuía o hábito de caminhar sobre os galhos das árvores. A evolução do gato deu origem ao Dinictis, espécie que já apresentava a maior parte das características presentes nos felinos atuais.[3] A sub-família Felinae, que agrupa os gatos domésticos, surgiu há cerca de 12 milhões de anos, expandindo-se a partir da África subsaariana até alcançar as terras do atual Egito.[4]Existem cerca de 250 raças de gato-doméstico, cujo peso variável classifica a espécie como animal doméstico de pequeno a médio porte. Assim como cães com estas dimensões, vive entre quinze e vinte anos. De personalidade independente, tornou-se um animal de companhia em diversos lares ao redor do mundo, para pessoas dos mais variados estilos de vida. Na cultura humana, figura da mitologia às superstições, passando por personagens de desenhos animados, tiras de jornais, filmes e contos de fadas. Entre suas mais conhecidas representações, estão o gato Tom, Frajola, Gato Félix, Gato de Botas e Garfield.
Os gatos são animais muito higiênicos, sendo que passam muitas horas por dia cuidando da limpeza de seus pelos. Para isso, utilizam a superfície áspera de suas línguas para remover partículas de pó e sujeira. Devido ao modo que tratam da sua higiene, lambendo-se e ingerindo muito pelos, os gatos eventualmente regurgitam esse material na forma de pequenas bolas contendo suco gástrico e material piloso. [40] Outro aspecto característico da higiene desses felinos é o fato dele enterrar a sua urina e fezes, evitando assim que o cheiro denuncie sua presença a uma possível presa ou predador. Com isso, quando o gato é criado em locais sem a presença de solo exposto, há a necessidade de se manter uma caixa com areia sanitária à sua disposição, sendo que instintivamente ele irá utilizá-la para o descarte de seus resíduos fisiológicos. Alguns fabricantes disponibilizam areias perfumadas para eliminar o cheiro forte que suas fezes poderiam deixar em um ambiente fechado (casas e apartamentos). [41
Muitos zoólogos acreditam que os gatos são os mais sensitivos dos mamíferos. Enquanto seu olfato e audição podem não ser tão aguçados quanto os dos cães, a visão altamente apurada, audição e olfato sobre-humanos, combinados com o paladar e sensores táteis altamente desenvolvidos, corroboram com esta hipóteseOrigem:
Wikipédia, a enciclopédia livre.
http://www.youtube.com/watch?v=D-JBs_lJ-g4

sábado, 16 de outubro de 2010

ALFREDO MARCENEIRO

Vida

Alfredo Rodrigo Duarte ComIH (n. Lisboa, 25 de Fevereiro de 1891 - m. Lisboa, 26 de Junho de 1982) mais conhecido como Alfredo Marceneiro devido a sua profissão, foi um fadista Português que marcou uma época, detentor de uma voz inconfundível tornando-se um marco deste género da canção em Portugal.


Alfredo Marceneiro nasceu na freguesia de Santa Isabel em Lisboa, e foi-lhe posto o nome de baptismo de Alfredo Rodrigo Duarte.

Era filho de uma família muito humilde, oriunda do Cadaval. Com a morte do pai teve que deixar a escola primária. Começou então a trabalhar como aprendiz de encadernador para ajudar o sustento da sua mãe e irmãos.
Desde pequeno, sentia grande atracção para a arte de representar e para a música. Junto com amigos começou a dar os primeiros passos cantando o fado em locais populares começando a ser solicitado pela facilidade que cantava e improvisava a letra das canções.
Um dia, conheceu Júlio Janota, fadista improvisador, de profissão marceneiro que o convenceu a seguir esse ofício que lhe daria mais salário e mais tempo disponível para se dedicar à sua paixão.
Alfredo Marceneiro era um rapaz vaidoso. Andava sempre tão bem vestido que ganhou a alcunha de Alfredo Lulu. Era, também, muito namoradeiro. Apaixonou-se por várias raparigas, chegando a ter filhos com duas delas. As aventuras terminaram quando conheceu Judite, amor que durou até à sua morte e com o qual teve três filhos.
Em 1924, participa no Teatro São Luiz, em Lisboa, na sua primeira Festa do Fado e ganha a medalha de prata num concurso de fados.
Nos anos 1930, Alfredo Marceneiro trabalhou nos estaleiros da CUF, onde fazia móveis para navios. Dividia o seu tempo entre as canções e o trabalho. A sua presença nas festas organizadas pelos operários era sempre motivo de alegria.
Em 3 de Janeiro de 1948, foi consagrado o Rei do Fado no Café Luso.
Reformou-se em 1963, após uma carreira recheada de sucessos, numa grande festa de despedida no Teatro São Luiz.
Dos muitos temas que Alfredo Marceneiro cantou destaca-se a Casa da Mariquinha, de autoria do jornalista e poeta Silva Tavares.
Faleceu no dia 26 de Junho de 1982 com 91 anos, na mesma freguesia que o viu nascer.
No dia 10 de Junho de 1984, foi condecorado, a título póstumo, com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique pelo então Presidente da República Portuguesa, General Ramalho Eanes.

Curiosidades

Alfredo Marceneiro teria nascido a 29 de Fevereiro mas dada a complexidade da data, a mãe tê-lo-ia registado na mesma data de nascimento que o pai, o 25 de fevereiro. - isso tem muita lógica, visto que é 29 de fevereiro de 1891... um ano ímpar... francamente!

Alfredo ganhou o nome Marceneiro em 1920, quando um grupo de pessoas decidiu organizar uma homenagem a dois fadistas conhecidos na época. Como só o conheciam como Alfredo Lulu, decidiram colocar o nome da sua profissão no cartaz.Depois disso Alfredo Marceneiro nunca mais largou o nome artístico.
Em 1943 Alfredo Marceneiro participou numa greve geral que reivindicava as oito horas de trabalho diário. Foi preso. Não aceitou a prisão e demitiu-se. Foi a partir deste momento que passou a dedicar-se inteiramente ao fado.
Foi, de todos os tempos, uma das principais figuras do fado, sem nunca se ter ausentado de Portugal com o objectivo de divulgar a sua música no estrangeiro, e escassas foram também as vezes que saiu de Lisboa.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

ALFREDO MARCENEIRO



Afredo Marceneiro
  http://youtu.be/XuR43ciRntA    klique na URL ouvirá ATRICANA de Alfredo Marceneiro

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

RESGATE DOS 33 MINEIROS CHILENOS


Estiveram 69 dias a 700 metros do solo, numa mina com uma temperatura constante de 35º e com 85 por cento de humidade. Ainda assim, os 33 mineiros resgatados no Norte do Chile estão com uma surpreendente forma física, dizem os médicos. Três deles podem até já estar em casa. Segundo ultimas notícias todos os mineiros se encontram em casa junto de suas famílias e de boa saúde

mineiros

sábado, 25 de setembro de 2010

Nossa Senhora da Ajuda Malhada Sorda Portugal 2010

Em 1527 (pertencendo a freguesia ao concelho de Vilar Maior) tinha 140 moradores – era a localidade mais populosa do concelho, vindo em 2º lugar Nave do Avelar 93 moradores e Vilar Maior 60 moradores;No fim do século XVII, tinha 150 fogos (600 pessoas).Em 1758 (inquérito do Marquês de Pombal) são-lhe atribuídos 210 fogos e 907 almas.Em 1798 (censo de Pina Manique) S. João Baptista de Malhada Sorda tem 276 fogos;Pertenceu ao concelho de Vilar Maior até 24 de Outubro de 1855, data em que este foi extinto passando então para o de Sabugal; a partir de 1-III-1883 passou para o concelho de Almeida.Em 1862 o Padre Carvalho Costa atribui 150 vizinhos para a Malhada, ao falar de Vilar Maior.
CAPELA DA SENHORA DA AJUDAA origem da antiga ermidinha perde-se na rodagem dos tempos. O primeiro documento, de que há memória, referente a esta ermida, é datado de 1746 e nele se faz menção do sino da dita ermida, sino que tinha a era de 1390, as palavras de Jesus e Maria e, entre estas duas palavras, em alto relevo, as armas da vila de Vilar Maior.A actual capela mede 29 metros de comprimento, 10,80 metros de largura e 14 metros de altura, tendo ainda o arco da capela-mor um vão de 6,60 metros, com 14 de altura, iluminada grandemente por 11 rasgadas janelas, munida ainda de um bom púlpito em cantaria lavrada, tendo por fundo uma riquíssima tribuna de 8 metros de largura por 10 de altura, com acesso por três amplas portas.É bem diferente da antiga ermidinha de Nossa Senhora da AjudaA primitiva imagem da Senhora era de excelente escultura de jaspe.“A actual imagem, medindo 140, é de autor desconhecido. É uma das mais belas que se conhecem.
Publicada por Carminda em 22:49
http://www.youtube.com/watch?v=MtlorqFTzM0


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1 comentários:

Prof Cátia disse...
Carminda...olá...que bom regressar às aulinhas...começam sexta-feira dia 1 de Outubro..Bjito
21 de Setembro de 2010 19:19

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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Agatha Christie





descobriu a escrita aos 30 anos. Até aos 85 colocou no papel histórias que começavam sempre com um crime. E foi a solução surpreendente de cada quebra-cabeça policial que imortalizou a sua obra
Não frequentou a escola por determinação da mãe e estudou em casa. Começou a escrever histórias para se distrair e agradar aos convidados dos pais. A menina cresceu, casou-se e trabalhou como enfermeira durante a Primeira Guerra Mundial. Somente depois disso, em 1920, lançou o seu primeiro romance: “O Misterioso Caso de Styles”. Ao longo de sua vida, Agatha escreveu 66 novelas policiais, 20 peças teatrais, seis romances e mais de 150 contos. Vendeu cerca de dois bilhões de exemplares em todo o mundo. A mestra de histórias de suspense morreu em 1976, aos 85 anos, de causas naturais e em casa. Mas é o nascimento da escritora que os fãs comemoram no dia 15 de setembro. Em 2010, Agatha faria 120 anos com muitas histórias de sucesso para contar e uma produção textual quase que industrial – durante os 55 anos em que produziu, ela escreveu muito e teria de ter escrito mais de quatro histórias por ano para conseguir publicar tantos livros.Mesmo depois de morta, a escritora continua a fazer parte da vida de muita gente, seja numa simples leitura de férias, ou porque a pessoa gosta de literatura policial. Na Biblioteca Pública Rolf Colin, em Joinville, existem, aproximadamente, cem títulos da autora. Ao lado de Sidney Sheldon, Danielle Steel e Harold Robbins, Agatha é uma das autoras que mais tem títulos disponíveis para empréstimo. Dos mais de 9,3 mil livros de literatura emprestados entre janeiro e agosto deste ano, 241 foram da dama do crime. A gama de leitores que procuram os livros de Agatha na Biblioteca tem de 17 a 88 anos, uma variedade incrível para um escritor de livros policiais. As histórias de Agatha deixaram personagens famosos para a história da literatura, como o belga Hercule Poirot (um detetive que colocava suas “celulazinhas cinzentas ” a funcionar) e Miss Marple (a idosa que, com boa observação e muita inteligência, resolvia os mais difíceis mistérios).A casa em que Agatha costumava passar férias, em Devon, na Inglaterra, tornou-se patrimônio do Nacional Trust e foi restaurada. O lugar, conhecido como Greenway House, é aberto a visitas, foi construído na década de 1950 e contém documentos e livros da família, incluindo pesquisas do segundo marido de Agatha, o arqueólogo Max Mallowan.O contínuo sucesso da escritora tem explicação. O professor de literatura Fábio Messa afirma que, depois de Edgar Allan Poe, Agatha Christie foi a responsável por inaugurar o gênero policial britânico e inovar os parâmetros já existentes. Nos romances dela, a cena do assassinato em si, os sentimentos pelo crime não são apresentados. Ao ler o livro, o leitor depara-se com uma cena de morte/ desaparecimento pronta a ser investigada e, com isso, tem um quebra-cabeça para resolver.“Um enigma a ser decifrado, omitindo a identidade do assassino,
DE GABRIELA ZIMMERMANN
ADAPTADO POR CARMINDA NEVES

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Victor Jara Manifiesto

Víctor Lidio Jara Martínez (Lonquén, 28 de setembro de 1932Santiago, 16 de setembro de 1973[1]) foi um professor, diretor de teatro, poeta, cantor, compositor, músico e ativista político chileno.
Nascido numa família de camponeses, Jara se tornou um reconhecido diretor de teatro, dedicando-se ao desenvolvimento da arte no país, dirigindo uma vasta gama de obras locais, assim como clássicos da cena mundial. Simultaneamente, desenvolveu uma carreira no campo da música, desempenhando um papel central entre os artistas neo-folclóricos que estabeleceram o movimento da Nueva Canción Chilena, que gerou uma revolução na música popular de seu país durante o governo de Salvador Allende. Também era professor, tendo lecionado Jornalismo na Universidade do Chile.
Logo após o golpe militar de 11 de setembro de 1973, Jara foi preso, torturado e fuzilado. Seu corpo foi abandonado na rua de uma favela de Santiago.[2]

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

domingo, 29 de agosto de 2010

GIL VICENTE


GIL VICENTE

Nasceu em 1465? E morreu em 1536? e é considerado o primeiro grande dramaturgo português, além de poeta de renome. Foi ourives, autor da Custódia de Belém, mestre da balança, e mestre de retórica do rei D. Manuel. Enquanto homem de teatro, parece ter também desempenhado as tarefas de músico, actor e encenador. É considerado, de uma forma geral, o pai do teatro português, ou mesmo do teatro ibérico já que também escreveu em castelhano - partilhando a paternidade da dramaturgia espanhola com Juan del Encina.
A obra vicentina é tida como reflexo da mudança dos tempos e da passagem da Idade Média para o Renascentismo. Foi, o principal representante da literatura renascentista portuguesa, anterior a Camões, incorporando elementos populares na sua escrita que influenciou, por sua vez, a cultura popular portuguesa.

Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gil_Vicente

VIDA

São vários os locais onde se diz que nasceu Gil Vicente, entre eles se encontram: Guimarães, Barcelos e as Beiras. Das Beiras não se diz qual. Minha Avó paterna contava-me a história de um tal Gil Vicente que em tempos antigos (minha avó nasceu em 1878) terá vivido em Miranda do Corvo. Muito jovem terá passado o seu tempo de lazer a namoriscar as raparigas da Lousã. Convivia com Lavradores e gente do Povo.
Não me parece por aquilo que me lembro da história, que fosse homem rico, mas, sim filho de comerciantes (seu pai seria ferreiro ou ourives?) terá sido com ele que aprendeu a arte de moldar os metais com tal mestria? Não esqueçamos que Mestre Gil era ourives e a ele se deve toda a beleza da célebre custódia de Belém.
Minha Avó também dizia que a certa altura, o povo da sua época, (Gil Vicente) falava dele a viver em Lisboa, que escrevia e fazia teatro. Essas lembranças foram-se perdendo no tempo. Hoje ninguém delas fala. Não sei se na data que se diz que ele nasceu 1465? Miranda do Corvo tinha registos de nascimentos. Minha Avó não dizia que ele lá tinha nascido, mas, que lá tinha vivido. A verdade é que o apelido Vicente é frequente por aquelas bandas.
Na sua peça; Auto da Romagem dos Desagravados fala de um camponês da serra da Lousã, que se desloca a Lisboa com sua filha Geralda onde encontram Frei paço (de aparência pouco respeitável para um frade) e que ainda por cima quer seduzir a jovem, ela e seu pai, respondem-lhe à letra levando a melhor. O camponês e sua filha eram mais espertos e inteligentes que o pobre do frade

O povo de Guimarães orgulha-se da hipótese de Gil Vicente lá ter nascido. Ainda se diz que nasceu em Lisboa. Eu como Beirã, da Beira Litoral orgulho-me de ele ser Beirão. Não esqueço a história da minha Avó.

Carminda Neves, 29 de Agosto de 2010



DADOS BIOGRÁFICOS


Casou duas vezes e teve 5 filhos, 2 com a 1.ª mulher e 3 com a 2.ª.
O seu primeiro trabalho conhecido, é peça em castelhano Monólogo do Vaqueiro, sendo esta representação considerada como o marco de partida da história do teatro português. Gil Vicente, além de ter escrito peças, também as encenou e representou. Dona Leonor tornou-se a sua grande protectora nos anos seguintes. Terminou a sua obra-prima como ourives a Custódia de Belém – feita para o Mosteiro dos Jerónimos, em 1506, produzida com o primeiro ouro vindo de Moçambique. Em 1511 é nomeado vassalo de El-Rei e, um ano depois, sabe-se que era representante da bandeira dos ourives na “Casa dos Vinte e Quatro”. Em 1513, o mestre da balança da Casa da Moeda, também de nome de Gil Vicente (se é o mesmo ou não, como já se disse, não se sabe), foi eleito pelos outros mestres para os representar junto à vereação de Lisboa.Morreu em lugar desconhecido, talvez em 1536 porque é a partir desta data que se deixa de encontrar qualquer referência ao seu nome nos documentos da época, além de ter deixado de escrever a partir desta data.


Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gil_Vicente