Víctor Lidio Jara Martínez (Lonquén, 28 de setembro de 1932 — Santiago, 16 de setembro de 1973[1]) foi um professor, diretor de teatro, poeta, cantor, compositor, músico e ativista político chileno. Nascido numa família de camponeses, Jara se tornou um reconhecido diretor de teatro, dedicando-se ao desenvolvimento da arte no país, dirigindo uma vasta gama de obras locais, assim como clássicos da cena mundial. Simultaneamente, desenvolveu uma carreira no campo da música, desempenhando um papel central entre os artistas neo-folclóricos que estabeleceram o movimento da Nueva Canción Chilena, que gerou uma revolução na música popular de seu país durante o governo de Salvador Allende. Também era professor, tendo lecionado Jornalismo na Universidade do Chile. Logo após o golpe militar de 11 de setembro de 1973, Jara foi preso, torturado e fuzilado. Seu corpo foi abandonado na rua de uma favela de Santiago.[2]
Nasceu em 1465? E morreu em 1536? e é considerado o primeiro grande dramaturgo português, além de poeta de renome. Foi ourives, autor da Custódia de Belém, mestre da balança, e mestre de retórica do rei D. Manuel. Enquanto homem de teatro, parece ter também desempenhado as tarefas de músico, actor e encenador. É considerado, de uma forma geral, o pai do teatro português, ou mesmo do teatro ibérico já que também escreveu em castelhano - partilhando a paternidade da dramaturgia espanhola com Juan del Encina. A obra vicentina é tida como reflexo da mudança dos tempos e da passagem da Idade Média para o Renascentismo. Foi, o principal representante da literatura renascentista portuguesa, anterior a Camões, incorporando elementos populares na sua escrita que influenciou, por sua vez, a cultura popular portuguesa.
São vários os locais onde se diz que nasceu Gil Vicente, entre eles se encontram: Guimarães, Barcelos e as Beiras. Das Beiras não se diz qual. Minha Avó paterna contava-me a história de um tal Gil Vicente que em tempos antigos (minha avó nasceu em 1878) terá vivido em Miranda do Corvo. Muito jovem terá passado o seu tempo de lazer a namoriscar as raparigas da Lousã. Convivia com Lavradores e gente do Povo. Não me parece por aquilo que me lembro da história, que fosse homem rico, mas, sim filho de comerciantes (seu pai seria ferreiro ou ourives?) terá sido com ele que aprendeu a arte de moldar os metais com tal mestria? Não esqueçamos que Mestre Gil era ourives e a ele se deve toda a beleza da célebre custódia de Belém. Minha Avó também dizia que a certa altura, o povo da sua época, (Gil Vicente) falava dele a viver em Lisboa, que escrevia e fazia teatro. Essas lembranças foram-se perdendo no tempo. Hoje ninguém delas fala. Não sei se na data que se diz que ele nasceu 1465? Miranda do Corvo tinha registos de nascimentos. Minha Avó não dizia que ele lá tinha nascido, mas, que lá tinha vivido. A verdade é que o apelido Vicente é frequente por aquelas bandas. Na sua peça; Auto da Romagem dos Desagravados fala de um camponês da serra da Lousã, que se desloca a Lisboa com sua filha Geralda onde encontram Frei paço (de aparência pouco respeitável para um frade) e que ainda por cima quer seduzir a jovem, ela e seu pai, respondem-lhe à letra levando a melhor. O camponês e sua filha eram mais espertos e inteligentes que o pobre do frade
O povo de Guimarães orgulha-se da hipótese de Gil Vicente lá ter nascido. Ainda se diz que nasceu em Lisboa. Eu como Beirã, da Beira Litoral orgulho-me de ele ser Beirão. Não esqueço a história da minha Avó.
Carminda Neves, 29 de Agosto de 2010
DADOS BIOGRÁFICOS
Casou duas vezes e teve 5 filhos, 2 com a 1.ª mulher e 3 com a 2.ª. O seu primeiro trabalho conhecido, é peça em castelhano Monólogo do Vaqueiro, sendo esta representação considerada como o marco de partida da história do teatro português. Gil Vicente, além de ter escrito peças, também as encenou e representou. Dona Leonor tornou-se a sua grande protectora nos anos seguintes. Terminou a sua obra-prima como ourives a Custódia de Belém – feita para o Mosteiro dos Jerónimos, em 1506, produzida com o primeiro ouro vindo de Moçambique. Em 1511 é nomeado vassalo de El-Rei e, um ano depois, sabe-se que era representante da bandeira dos ourives na “Casa dos Vinte e Quatro”. Em 1513, o mestre da balança da Casa da Moeda, também de nome de Gil Vicente (se é o mesmo ou não, como já se disse, não se sabe), foi eleito pelos outros mestres para os representar junto à vereação de Lisboa.Morreu em lugar desconhecido, talvez em 1536 porque é a partir desta data que se deixa de encontrar qualquer referência ao seu nome nos documentos da época, além de ter deixado de escrever a partir desta data.
Nascido na cidade africana de Tagaste, depois de uma juventude viciosa e cheia de desvios doutrinários, converteu-se por influência de Santo Ambrósio, bispo de Milão, e sobretudo graças às orações e lágrimas de sua mãe Santa Mônica. Ordenado sacerdote, foi durante 34 anos bispo de Hipona, no norte da África. Além de pastor dedicado e zeloso, foi intelectual brilhantíssimo, dos maiores gênios, já produzidos em dois mil anos de História da Igreja. Escreveu numerosas obras de filosofia. Teologia e Espiritualidade, que exerceram e ainda exercem enorme influência. Combateu vigorosamente as heresias de seu tempo. De Santo Agostinho, disse o Papa Leão XIII: "É um gênio vigoroso que, dominando todas aas ciências humanas e divinas, combateu todos os erros de seu tempo".
Rui Manuel Gaudêncio Veloso (Lisboa, 30 de Julho de 1957) é um cantor, compositor e guitarristaportuguês, embora nascido em Lisboa, mudou-se para o Porto com apenas três semanas. Considerado por muitos como o Pai do Rock Português, movimento musical surgido no início da década de 80, foi como intérprete de blues que começou a sua carreira numa banda de garagem chamada Magara Blues.Toca harmónica desde os 6 anos. Diz-se apreciador de B.B. King e Eric Clapton, entre outros nomes consagrados. Actuou por duas vezes com o primeiro no Coliseu do Porto e no de Lisboa, em concertos aplaudidos pela crítica. É reconhecido internacionalmente como o mais autêntico bluesman português. A sua obra é notável e foi já reconhecida pelo Estado Português na figura do então Presidente da República, o Dr. Mário Soares, que lhe atribuiu a Grã-Cruz da Ordem do Infante.É responsável por muitas das canções que fazem parte das lembranças de cada português como Chico Fininho, Porto Sentido, Não Há Estrelas No Céu, Sei de Uma Camponesa, A Paixão (Segundo Nicolau da Viola), Porto Covo, entre tantos outros êxitos. Integrou o agrupamento Rio Grande, em 1996, formado por Tim (Xutos & Pontapés), João Gil (Ala dos Namorados), Jorge Palma e Vitorino, num estilo de música popular com influências alentejanas que alcançou uma considerável popularidade, gravando dois CDs: originais em 1996 e ao vivo em 1998.
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Rui Veloso é um dos cantores que eu mais gosto. É Português, tal como eu. mas, se o não fosse gostaria dele da mesma forma, não que eu entenda alguma coisa de música. As suas canções (letra e música) parecem-me melodiosas,simples,belas,romanticas e únicas. Está neste blog sobre História e lendas porque pertence á nossa Hitória e será um dia uma lenda, Já o é parece-me!
Santa Mônica nasceu em Tagaste, atual Argélia, na África, no ano 331, no seio de uma família cristã. Desde muito cedo dedicou sua vida a ajudar os pobres, que visitava com freqüência, levando o conforto por meio da Palavra de Deus. Teve uma vida muito difícil. O marido era um jovem pagão muito rude, de nome Patrício, que a maltratava. Santa Mônica suportou tudo em silêncio e mansidão. Encontrava o consolo nas orações que elevava a Cristo e à Virgem Maria pela conversão do esposo. E Deus recompensou sua dedicação, pois ela pôde assistir ao batismo do marido, que se converteu sinceramente um ano antes de morrer
Tiveram dois filhos, Agostinho e Navígio, e uma filha, Perpétua, que se tornou religiosa. Porém Agostinho foi sua grande preocupação, motivo de amarguras e muitas lágrimas. Mesmo dando bons conselhos e educando o filho nos princípios da religião cristã, a vivacidade, inconstância e o espírito de insubordinação de Agostinho fizeram que a sábia mãe adiasse o seu batismo, com receio que ele profanasse o sacramento
Ernesto Guevara de la Serna nasceu em Rosário, importante cidade industrial argentina ao noroeste de Buenos Aires, numa família de classe média alta e antiperonista. Ernesto tinha dois anos quando sofreu o primeiro ataque de asma. Estudou grande parte do ensino fundamental com sua mãe em casa, onde havia uma biblioteca de cerca de três mil volumes com obras de Marx, Engels e Lenin, com os quais se familiarizou em sua adolescência. Por volta dos 12 ou 13 anos lia frequentemente. Sabe-se que leu Júlio Verne, Alexandre Dumas, Baudelaire, Neruda e Freud aos 15 anos.A reprodução da imagem de Che Guevara em camisetas e pôsteres geralmente utiliza uma famosa pintura feita pelo artista plástico irlandês radicado nos Estados Unidos Jim Fitzpatrick a partir da foto tirada por Alberto Diaz Gutiérrez, conhecido profissionalmente como Alberto Korda, divulgada pela revistaParis Match[13] em 1967, pouco antes de sua morte, que se tornou a segunda imagem mais difundida da era contemporânea, atrás apenas de uma imagem de Jesus Cristo. A revista norte-americana Time incluiu Ernesto Che Guevara na sua lista das 100 personalidades mais importantes do século XX, na secção "Líderes e Revolucionários".[1] Na Argentina foi eleito o maior político argentino do século XX, obtendo 59,8% dos votos, em enquete feita por TV.[14] A imagem do Che é mítica em toda a América Latina. Na localidade onde foi assassinado em 1967, ergue-se atualmente uma estátua em sua homenagem. Ironicamente passou a ser conhecido na região como "San Ernesto de La Higuera" e a ser cultuado como santo pela população local, que o ignorara quando esteve vivo dentre eles. Sua imagem mítica, capturada por Korda e imortalizada no desenho de Fitzpatrick, surge nos locais os mais diversos: em anúncios do banco de investimentos luxemburguês Dexia,[15] num retrato feito com folhas de coca meticulosamente sobrepostas [16] exibido no gabinete do presidente Evo Morales,[17] em biquines da Companhia Marítima desfilados por Gisele Bündchen,[18] em tatuagens no braço de Maradona e no peito de Mike Tyson.[13] O regime cubano ainda hoje homenageia Che Guevara, onde é objeto de veneração quase religiosa; as crianças nas escolas cantam: "Pioneros por el comunismo, Seremos como el Che". Seu mausoléu em Santa Clara atrai, todos os anos, milhares de visitantes, muitos dos quais estrangeiros.[
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Uma personagem incontornável. Che Guevara. Ídolo da minha adolescência e juventude. Continua hoje como sempre a ser admirado por mim, mau grado, tudo quanto hoje se inventa a seu respeito, ele não necessita de explicações porque os amigos sabem, que não mentia, os inimigos nunca o respeitaram.
Anteriormente conhecido pelo nome artístico de Cat Stevens (Londres, 21 de Julho de 1948) é um cantor e compositorbritânico. Seu nome de nascimento é Stephen Demetre Georgiou. Seu pai é de origem greco-cipriota e sua mãe de origem sueca. Vendeu 40 milhões de álbuns, principalmente entre as décadas de 1960 e 1970. Em 1971, escreveu uma música para o filme Harold and Maude (no Brasil: "Ensina-me a Viver"). Entre suas canções mais populares estão "Morning Has Broken", "Peace Train", "Moonshadow", "Wild World", "Father and Son" e "Oh Very Young". Stevens se converteu ao Islão e abandonou a música em 1978. Desde então passou a se dedicar a atividades beneficentes e educacionais em prol da religião. Toma muito cuidado quanto ao uso de suas músicas. Muitas delas dissertam a respeito de temas de sua vida anterior à conversão, e Stevens não quer mais ser associado a eles. Não surpreende que nunca tenha permitido que qualquer de suas canções fosse usada em comerciais de televisão. Apesar de estar há quase 30 anos afastado da indústria musical, os trabalhos anteriores como Cat Stevens continuam vendendo uma média de 1,5 milhão de discos por ano. Criou seu próprio selo fonográfico, a Ya Records, pelo qual já produziu dez discos de música religiosa e espiritual. Fundou três escolas muçulmanas em Londres e uma organização sem fins lucrativos, Small Kindness, reconhecida pela ONU e através da qual presta ajuda aos órfãos de conflitos como Bósnia, Kosovo e Iraque. Em 2004, o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos impediu a entrada dele no país, após incluí-lo na lista de vigilância por atividades provavelmente relacionadas ao terrorismo. Em Março de 2005 ele lançou "Indian Ocean", sobre o tsunami de 2004 no Oceano Índico, que em 26 de Dezembro de 2004 atingiu vários países, com o objetivo de ajudar os órfãos de Banda Aceh, na Indonésia, uma das áreas mais afetadas pelo tsunami. Em 2006, anunciou a sua volta à música pop, com o disco An Other Cup, lançado em 28 de novembro, coincindindo com o 40º aniversário de lançamento do seu primeiro álbum.[1] Em janeiro de 2009, Yusuf gravou uma música de George Harrison chamada The Day the World Gets Round, em colaboração a Klaus Voormann. O dinheiro arrecadado com a música foi doado às pessoas vítimas da guerra na Faixa de Gaza. Para promover o novo single Voormann redesenhou um famoso álbum dos Beatles, o Revolver, sendo que a nova edição veio com o desenho de Yusuf mais novo, o próprio Voorman e George Harrison. Em maio de 2009, foi lançado o novo álbum de Yusuf, Roadsinger. A principal música, Thinking 'Bout You, saiu na rádio BBC em março. Em abril, ele apareceu no primeiro programa de Chris Isaak da A&E com versões ao vivo das novas músicas, Shamsia, Boots and Sand e Roadsinger. Em junho de 2010, ele pretende fazer uma turnê pela Austrália pela primeira vez, em 36 anos. Yusuf casou-se com Fauzia Mubarak Ali em 7 de setembro de 1979, com quem teve cinco filhos. Atualmente mora em Londres, mas periodicamente passa temporadas em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
A música hoje chamada salsa é uma mescla de ritmos afro-caribenhos, tais como o son montuno, o mambo e a rumba cubanos, com a bomba e a plena porto-riquenhas. A salsa nasceu em Cuba, por volta dos anos 60, e é uma espécie de adaptação do mambo da década de 1950. Recebeu ainda influências do merengue (da República Dominicana), do calipso de Trinadas e Tobago, da coibia colombiana, do rock norte-americano e do reggae jamaicano. Hoje, é uma mistura de sons e absorve influências de ritmos mais modernos como rap ou techno. A dança é caracterizada pelo compasso ternário. Salsa, em castelhano, significa "tempero", e a adopção do nome quis transmitir a ideia de uma música com "sabor". O movimento que originou este novo estilo de música latinoamericana começou em Nova Iorque, quando um grupo de jovens músicos começou a mesclar sons e ritmos visando criar uma sonoridade que tivesse um "sabor" latino-americano. A salsa debutou no hotel Saint-George, do Brooklyn (Nova Iorque), onde o grupo Lebron Brothers, de origem porto-riquenha entusiasmou o público no início dos anos 70. Daí se espalhou entre as comunidades latino-americanas nos EUA e Porto Rico, depois a Cuba, Venezuela, Colômbia e outros países de língua espanhola. Nomes como Tito Puente, Célia Cruz, Johny Pacheco, Hector Lavoe e Willie Colón(La Fania) se tornaram expoentes do gênero. O excessivo comercialismo em fins dos anos 70 converteu a salsa numa fórmula que apenas imitava a si mesma. Nos anos 80, [b]a salsa é invadida pelo/b] merengue da República Dominicana, e também pela música disco'. Neste momento, surge uma nova geração de músicos como Frankie Ruiz, Eddie Santiago e Luis Henrique, que começam a mudar o panorama da música latina criando a chamada "salsa erótica" - para muitos, uma traição do próprio carácter da salsa, machista, forte, ligada às ruas. No entanto, esta salsa erótica ou sensual trouxe nova atenção ao gênero. Na década de 1980 a salsa se espalhou pelo México, Argentina, Europa e chegou ao Japão, onde surgiu a Orquestra de La Luz, banda onde todos os integrantes são japoneses. Enquanto isto, o ritmo do merengue se tornava mais e mais popular em países como Porto Rico, e era o ritmo que embalava as discotecas de música latina. Um país no qual se produziu, nos últimos anos, uma expansão da salsa com maior vigor é a Colômbia, destacando-se Joe Arroyo, o grupo Niche e a orquestra Guayacán. Entre os híbridos mais recentes da salsa, destacam-se os chamados "mereng-house", a "salsa merengue" e "salsa gorda".
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Apresento um video(que não é meu e não sei quem é o autor) mas que eu acho extraordinário. Esta dançarina de salsa, tira todo o protagonismo ao seu par, pois, é de uma elegância e beleza sem igual
Hoje, solenemente, celebramos o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal, pois tem tudo a ver com o mistério da nossa salvação. Assim definiu pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: "A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial."Antes, esta celebração, tanto para a Igreja do Oriente como para o Ocidente, chamava-se "Dormição", porque foi sonho de amor. Até que se chegou ao de "Assunção de Nossa Senhora ao Céu", isto significa que o Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe, principalmente alcançados em meio às aceitações e oferecimentos das dores.Maria contava com 50 anos quando Jesus subiu ao Céu. Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egito, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público de Jesus, o ódio e perseguição das autoridades, a Paixão, o Calvário, a morte do Filho e, embora tanto sofrimento, São Bernardo e São Francisco de Sales é quem nos aponta o amor pelo Filho que havia partido como motivo de sua morte
É probabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade. A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrara os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos.
A cultura na Turquia iniciou uma marcada transição desde a cultura islâmica, durante o período do Império Otomano, para a cultura ocidental a partir das transformações impulsionadas por Kemal Atatürk. A ocidentalização dos costumes da população faz-se evidente e especialmente nas grandes cidades como Istambul e Ancara. Conquanto a maioria da população professa a fé do Islão, esta é considerada como "moderada", em referência a outras populações de maioria muçulmana. A maior parte da população considera-se a si mesma como europeia. A diáspora de cidadãos turcos na Europa, tem contribuído a estender a cultura da Turquia através desse continente. Esta tendência é principalmente marcada na Alemanha]] onde habitam quase 3 milhões de turcos, alguns dos quais se abriram um espaço destacado na cultura de dito país. Tal é o caso do cineasta, Fatih Akin. Também é famoso no continente e em várias partes do mundo o intérprete de música pop, Tarkan.
A variopinta música folclórica turca, procedente das estepes asiáticas— origem geográfica do povo turco—, contrasta com a refinada música turca clássica do Corte do Império Otomano ou com a música militar de sua em mais profundidade. Quanto às tradições musicais se referir, a música popular turca é variada e de uma riqueza cultural notável, quiçá devido à dispersão geográfica—e portanto uma espantosa assimilação cultural— deste povo no curso da história. Até faz pouco, a música folclórica não foi registada, e deste modo as tradições têm sido conservadas ao longo da história pelos Aşıklar (trovadores), que de povo em povo mantinham viva a memória musical deste povo. Afastada do registo musical da música tradicional turca encontra-se a música otomana militar, interpretada nas campanhas do exército otomano lá onde combateu e que hoje em dia pode ser escutada graças ao Mehter takımı (Banda Jenízara) em cidades de Turquia como Istambul. Esta tem sua origem assim mesmo na Ásia Central, e se utilizam para sua interpretação timbales, clarinetes, címbalos e platillos bem como sinos. O som inolvidável que domina a música mística dos Derviches Giróvagos ou Mevleviler é a flauta de cana ou ney, e pode ser ouvido em Konya durante o festival em honra ao famoso místico sufí Mevlana (S. XIII) Dezembro